Ben Dumbledore Loop
CAPÍTULO 1 – Ben Dumbledore Loop
Ben Loop, um rapaz moreno de olhos azuis e cabelos castanho extremamente despistado entrou em casa. Acabava de vir da escola estava esfomeado, mas pelos vistos seu pai ainda não tinha chegado.
- Marília, onde estás? – Marília era o nome da sua empregada, o mais parecido que ele tinha com uma mãe, pois a sua abandonara-o quando ele nasceu. Era ela que tomava conta dele visto que o seu pai passava muito tempo fora.
- Estou na cozinha menino, o almoço está quase pronto! – Respondeu ela com a mesma voz maternal com que sempre falava – Ah! E o seu pai ligou a dizer que se tinha atrasado no trânsito mas que vinha já.
- Quando estiver pronto avisa que eu estou esfomeado!
- Está bem, menino.
E então sem nada que fazer atravessou a mansão foi até à sala e ligou a televisão, mas ainda não se tinha sentado quando a campainha tocou.
- Pai! Chegas-te – disse ele quando um homem de meia-idade, com longas barbas grisalhas, algumas rugas, olhos fundos e azuis e uns óculos em meia-lua.
- Sr. Dumbledore, bom dia – cumprimentou a Marília – Vá vamos para a mesa, já estamos todos e daqui a bocado está tudo frio.
- Sim meu filho, cheguei. – Respondeu ele com a sua voz calma, mas Ben conseguiu notar uma leve ânsia na voz do pai.
- Pai passa-se alguma coisa?
- Depois do almoço meu filho, agora estou esfomeado e acredito que também estejas.
- VENHAM PARA A MESA! Depois comem tudo frio! – Ralhou Marília – Meu Deus, eu aqui a esforçar-me para lhes dar o almoço a horas e é assim que eles me pagam.
- Está bem, mas estava com tantas saudades tuas, há duas semanas que não te vejo – confessou Ben abraçando o pai.
- Mas será que toda a gente me ignora nesta casa, VENHAM PARA A MESA, – Berrou Marília mais uma vez – ai Santo Deus eu juro que uma dia me demito, ao fim de dez anos de serviço, onde já se viu…
- Calma Marília, vamos Ben, vamos para a mesa, depois falamos. – Concluiu Dumbledore.
- Ok.
Depois dirigiram-se à cozinha e juntaram-se a Marília que já estava sentada à mesa.
- Pai para que é que queremos a sala de jantar se comemos sempre na cozinha? – Questionou Ben.
E mais depressa do que ele pensava obteve uma resposta.
- Se fosse o menino a carregar a comida para o outro lado da mansão ia descobrir porque comemos na cozinha, pois quem construiu a mansão teve a feliz ideia de meter a sala de jantar numa ponta e a cozinha noutra. – Respondeu Marília cinicamente.
- E estamos a almoçar já reparas-te que se chama sala de jantar! – Concluiu Dumbledore.
- Lol!
- Mas que raio é isso, lol? O menino passa a vida a dizê-lo e ainda não percebi o que significa… – Perguntou a Marília
- Lol significa lots of laugh é em inglês que dizer montes de riso ou qualquer coisa do género. – Esclareceu Ben.
- Bem parece que fui o primeiro a acabar. Estava delicioso, Marília – Comentou Dumbledore.
- Sim, desta vez esmeraste-te. – Concordou Ben.
- Humpf. – Fez Marília em tom de desaprovação.
- Lol!
- Que é isso Ben já não sabes dar uma gargalhada… – Reprovou Dumbledore.
- Um dia vocês vão se arrepender, eu juro que um dia me demito – Repreendeu Marília – Deus vai vos castigar.
Desta vez a gargalhada foi geral, até Marília ao fim de uns momentos imóvel e perplexa a olhar para os dois, se começou a rir.
Após alguns minutos de gargalhada geral os risos começaram a cessar.
- Pai já almoçámos… – começou Bem que ainda não se tinha esquecido da conversa antes do almoço.
- Ben vem comigo, há uma coisa que te preciso de contar. – Interrompeu Dumbledore.
- Sim, conta pai.
- Não aqui não.
E assim deixaram Marília a refilar, dizendo que não tinha direitos nenhuns naquela casa e mais uma vez ameaçando que se demitia, e foram até ao carro de Dumbledore.
- Para onde me levas pai? – Perguntou Ben ao fim de alguns minutos de viagem silenciosa.
- Preciso de te mostrar uma coisa. – Respondeu Dumbledore ao fim de uns minutos.
E assim foi até ao fim da viagem, Ben inquieto com curiosidade e Dumbledore pensativo guiava através das ruas estreitas de Londres.
- Chegámos. – Disse Dumbledore ao encostar o carro e apontando para um bar.
- Sim o que tem? – Perguntou Ben desiludido e impaciente.
- Espera e já vez.
E assim sem mais conversas entraram no bar onde toda a gente cumprimentou Dumbledore.
- Donde conheces estas pessoas pai?
- Espera.
E assim resignado Ben atravessou o bar e sentou-se numa mesa a um canto à espera de Dumbledore.
Quando as pessoas começaram a dispersar e Dumbledore teve espaço para se movimentar, este veio ter com Ben.
- Vamos? – Perguntou Dumbledore paciente.
- Onde?
- Segue-me já falta muito pouco.
- Boa! é impressão minha ou estás perdido? – Perguntou Ben agora irritado pela curiosidade e por estar a ser ignorado pelo pai.
Tinham saído pelas traseiras do bar onde só havia um pedaço de estrada pois depressa esta era cortada por um muro de tijolo.
- Não, não estou perdido. – Respondeu Dumbledore agora com a voz um pouco vacilante.
- Pai que se passa…
- Não me interrompas, por favor.
- Ok.
- Tu podes não acreditar em mim, mas há outro mundo, não me interpretes mal não é noutro planeta, apenas existem pessoas diferentes de nós, essas pessoas são feiticeiros … eu próprio sou um.
- Já acabou? - Perguntou Ben como se tivesse à espera que alguém gritasse 1 de Abril dia das mentiras.
- Sim já acabou e tu de certeza que não estás a acreditar em mim mas é verdade e não melhor sitio para te mostrar isso que a Diagon-Al. - E então sem mais demora Dumbledore tirou um pau fino de dentro do bolso de trás e começou a tocar em alguns tijolos da parede.
- Pai enlouqueceste? Que é isso? – Mas depressa Ben se calou pois a parede começou a mexer até que bem no centro da parede ficou um buraco.
- Bem-vindo à Diagon-Al Ben.
(N/A: Dexkulpem eu xei k o kapítulo fikou pekeno Max e o primeiro ainda não há muita koisa para dizer. Ah e dexkulpem também pelo final Max tinha k xer markante kera pa vos inxentivar a ler o rexto.
Por favor komentem exta e a minha primeira fic e eu ainda xou um novato por ixo komentem e votem okk?
Xau Bjaum gande e komentem e votem)
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