2-Inimigo Declarado
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Harry acordou com uma coruja batendo no vidro da sua janela. Levantou e pegou a carta que ela trazia.
“Harry
Infelizmente não conseguimos salvar os pais de Hermione. Se fossem apenas os comensais teríamos dado conta. O problema ocorreu quando Voldemort em pessoa apareceu e nos atordoou. Hermione, ainda não sei como torturou Voldemort e seus comparsas ao ponta de fazer eles fugirem. Lupim e Tonks estarão chegando ai em breve com Hermione. Conforte-a, e lembre-se de não matar Dumbledore antes de Voldemort.
Atenciosamente
Severo Snape.
P.S: encontrei os quatro o que eu faço agora? Conto a verdade ou você mesmo quer falar para eles?
P.S²: mande a resposta por Dobby, ele sabe onde me encontrar.”.
Harry sentiu seu mundo desabar. Dumbledore mais uma vez ignorou os avisos de Harry sobre o perigo que os Granger corriam. Ele mesmo teria ido salvá-los se soubesse onde Hermione morava.
A campainha tocou, Harry rapidamente colocou os livros dentro do malão e desceu as escadas seus tios e seu primo estavam tomando café-da-manha e não se importavam com quer que seja, que os atrapalhasse. Harry abriu a porta com rapidez, Hermione assim que o viu se jogou sobre ele chorando.
-Calma Mi. Nos vamos fazê-los pagar todo esse sofrimento com juros – disse o moreno enquanto levantava a garota em seu colo – Remo e Tonks venham comigo.
Harry virou-se e subiu rapidamente ate o quarto, com Remo e Tonks em seu encalço. Harry viu Wink e Monstro aparatarem com muitos livros e depositarem no chão. Monstro fez uma careta para Hermione e desaparatou. Wink esperou Harry mandar ela de volta.
-Wink, sei que pode não gostar, mas vou precisar de ajuda aqui. Hermione não pode ficar sozinha, por isso preciso que você cuide dela. Hoje a tarde é o enterro dos pais dela. Pode fazer isso pra mim? – perguntou Harry.
A pequena elfa assentiu com a cabeça. Harry voltou-se para Lupim e Tonks.
-Remo quero que reúna os que o ajudaram esse madrugada. Tonks você vem comigo – os dois se assustaram ao ver o olhar do garoto. Era uma olhar de ódio puro, se ele visse Dumbledore era capaz de matá-lo sem piscar. – Tonks nos vamos atrás de Severo. Depois quero dar uma passada na Toca e em Hogwarts.
Ela apenas seu um sorriso de compreensão. Sabia que agora o moreno ficaria ainda mais revoltado com Dumbledore e que nunca mais o velho mago teria qualquer controle sobre Harry.
Pegou na mao de tonks e direcionou a aparatação. Apareceu em uma sala mobiliada. Ouviu conversas vinda da cozinha e se encaminhou para lá. Snape estava conversando com quatro jovens. Um deles era idêntico a Harry, até mesmo os olhos eram da mesma cor. Ele se levantou e virou-se para as visitas.
-Acho que estamos juntos nessa - disse o rapaz – Sou Steve, Steve James Evans.
-Potter – completou Harry – é uma prazer conhecê-lo irmão. – disse isso e abraçou o irmão que estava atônito. Uma garota ruiva levantou e aproximou-se.
-Acho que você sabe sobre mim tambem não é? – perguntou ela – Sou Halley Lílian Evans Potter. Teoricamente sou sua irmã.
Harry soltou o irmão e puxou a garota para uma abraço fraternal. Depois puxou tambem o irmão.
-Eu fiquei sabendo sobre vocês ontem, se não teria ido há muito tempo atrás de vocês. – disse ele tentando se desculpar – Samantha, Severo contou o que ocorreu?
A garota era exatamente igual a Hermione.
_Ainda não Harry Potter. Ele disse que você iria nos explicar – disse ela com um sorriso sagaz no rosto – Ahh sim eu sou irmã de Hermione Granger. Meus padrinhos faziam questão de que eu soubesse minha origem.
-Bom assim fica mais facil. Mas ao mesmo tempo ainda é dificil – disse Harry – Seus pais estão mortos. Sei que pode ser um choque, mas Tonks estava lá quando ocorreu. Hermione ainda esta muito abalada para conversar sobre isso deixei-a com Wink um dos meus elfos domésticos. Snape Leve-os para o meu quarto na Rua dos Alfeneiros nº4. Lá eles entenderão o que se passa. Tonks, para a Toca.
A auror tocou no ombro do garoto e aparatou. Logo estavam na sala de estar da Toca. Todos tomavam café. Gui, Carlinhos, Fred, Jorge, Rony, Ginna, Molly e Arthur.
_Olá a todos – Gui e Carlinhos tremeram no lugar – Não se preocupem Gui e Carlinhos, sei que fizeram o melhor que podiam. A culpa é toda e exclusivamente de Dumbledore. Rony, eu e Hermione não voltaremos mais para a saia de Dumbledore, vamos viajar e nos esforçar para descobrir com destruir Voldemort. Preciso que você fique de olho nas coisa por aqui.
-Sabe Harry – Disse Rony – Você não pode achar que eu, Ginna, Neville e Lunna vamos ser deixados pra trás? – perguntou ele.
-Esqueceu de nos irmãozinho – disseram ao mesmo tempo Fred e Jorge
Harry estava comovido por seus amigos serem tão fieis aos seus ideais.
-Harry Potter – chamou Molly – Saiba que nunca permitiria que meus filhos entrassem nessa maldita guerra se não fosse por que acredito que podemos vencer. Só imploro que não deixe eu e Arthur de fora disso. Dumbledore esta passando dos limites racionais.
Harry sorriu, Molly sempre foi à mãe que nunca teve, e agora ela estava disposta a ajudá-lo.
_Certo.- disse ele pensativo – Fred, busque Neville, Jorge busque Lunna. Gui acho que Fleur não vai querer deixá-lo partir sem ela. Carlinhos vou precisar de 15 ovos de dragão para que possamos ter algumas chances contra Tom.
Fred, Jorge e Gui logo aparataram apara buscar as pessoas que Harry mandou. Carlinhos olhou assustado para Harry.
-15 ovos de Dragão? – perguntou assustado – o que pretende fazer um esquadra de Dragões para atacar Voldemort e sua corja?
-Exatamente isso, Carlinhos – o ruivo sorriu e foi para a lareira iria via flu para a Romênia e pegaria os ovos.
-Rony, Ginna, Molly e Arthur, temos que manter as aparências até amanha. Assim que Neville e Lunna chegarem os coloquem a par da situação. Hoje a tarde é o enterro dos pais da Mione e acho que ela gostaria que vocês estivem lá.
-Tonks, para Hogwarts – no mesmo instante Tonks aparatou com ele nos portões de Hogwarts. Hagrid estava ali e abriu os portões. – Hagrid é justamente com você que quero falar. Vou precisar de 20 hipogrifos e de todas as criaturas mais perigosas que você puder encontrar ate amanha cedo.
-Para que isso Harry? – Pediu assustado o meio-gigante
-Dumbledore me decepcionou. Agora eu vou cuidar para que mais ninguém que eu goste sofra. Entao pode conseguir isso pra mim? – perguntou ele rapidamente.
-Certamente Harry. – depois de pensar um pouco Hagrid perguntou – Para onde os levo?
-Port Island Snape estará lá e recebera os animais. – disse o rapaz - licença Hagrid quero falar com Minerva.
Correu entao até o portão principal. Minerva e Flitwick estavam saindo do salão nesse momento.
-Minerva, Flitwick. Quero falar com vocês. – os dois ficaram assustados – Não se preocupem, ainda não vim matar Dumbledore. Quero que cedem alguns elfos do castelo para me ajudar.
-Para que Potter? – Perguntou Minerva.
-Dumbledore não deu atenção à carta que enviei para ele há 10 dias, agora os pais de Hermione estão mortos. Quero os elfos para me ajudarem a me preparar para enfrentar Voldemort frente-a-frente. Não pelas sombras com o velhote faz.
Minerva expressou um sorriso e dirigiu-se para as cozinha juntamente com Flitwick, Harry e Tonks.
-Elfos de Hogwarts – Minerva chamou a atenção – quero 15 elfos que queiram servir ao Srº Potter aqui presente. – logo 15 elfos se adiantaram e ajoelharam perante a vice-diretora. – Filio faça o feitiço de troca de dono.
Flitwick agitou a varinha logo os elfos curvaram-se em direção á Harry.
-Obrigado Minerva. – disse realmente emocionado Harry – Sunny – o elfo levantou a cabeça. – Leve-nos até meu quarto na Rua dos Alfeneiros nº4.
O elfo deu as mãos para Harry e Tonks. Os outros elfos tocaram nas pernas de Harry e Tonks. Desaparatam e apareceram no quarto de Harry que Snape havia aumentado. Assim que chegou, Harry guardou todos os livros que estavam no chão dentro do baú.
-Harry – chamou Moody – Lamentamos não termos conseguido salvar os dois.
-Moody, Kingsley, vocês fizeram o possível. Eu sei que fizeram. Se não Hermione não estaria aqui.
Os dois bruxos olharam se com lagrimas nos olhos e Kingsley disse.
-Na verdade Harry, Hermione mostrou-se muito mais poderosa que eu poderia imaginar. Ela torturou Voldemort e seus comensais. Se não fosse por ela, nos é que estaríamos mortos. – confessou de olhos baixos, um dos melhores aurores de ministerio inglês.
-Eu sei Kingsley. Mas isso não tira o mérito de vocês terem se mantido leais a mim, e não aquele velhote sacana do Dumbledore. Estou convidando vocês para treinaram conosco durante nosso exílio.
Moody sorriu, Kingsley pensava que o menino-que-sobreviveu fosse matá-lo por não conseguir defender os pais da pessoa que ele mais amava.
-Aceitamos Harry – Respondeu Lupim pelos quatro. – Só estou querendo saber que historia é essa dos ovos de Dragão.
-Agora não Remo – Respondeu um garoto que estivera nas sombras o tempo todo – Harry poderá explicar mais tarde, agora ele deve cuidar de Hermione.
Harry sorriu para o irmão. O havia descoberto ao acaso, mas agora ele fazia parte da sua vida.
_Obrigado Steve – depois disso virou-se para os elfos – Algum de você sabe o feitiço de copia?
Sunny, e mais quatro fizeram que sim com a cabeça.
-Otimo quero que voltem com Monstro a Hogwarts e copiem todos os livros da Biblioteca de lá. TODOS. Peçam ao Dobby quais seções ele já copiou.- os elfos apartaram e logo os livros começaram a chagar cada vez mais rápido.
Harry deitou ao lado de Hermione. Ficou admirando a garota que amava, de repente ela se agitou e começou a chamar por ele.
-Calma Mi. Eu estou aqui – aquilo a fez se tranqüilizar e acordar.
-Eu perdi eles Harry – disse ela entre lagrimas – Mas ainda me resta você. Por favor, Harry não me deixe sozinha nunca viu.
-Com certeza Hermione – disse ele afagando os cabelos dela – quero te apresentar algumas pessoas que conheci hoje de manha.
Ela ergueu os olhos e encontrou os olhos dele. Havia dor ali, dor por ela, mas tambem havia amor, esperança e alegria. Hermione ergueu-se e encarou as pessoas no quarto. Moody, Kingsley, Lupim, Tonks, Snape e aqueles quatro jovens.
-Hermione, eu que lhe apresentar meu irmão Steve James Evans Potter – o primeiro garoto se adiantou e deu-lhe um beijo na mao. – minha irmã Halley Lílian Evans Potter - a garota ruiva se adiantou e depositou um beijo na face de Hermione – o irmão do Draco, Nateniel Lucian Malfoy – o garoto loiro beijou sua mao – e sua irmã Samantha Jean Granger.
Hermione olhava assustada para a garota a sua frente. Ela era idêntica a si propria. Olhou para Harry esperando ele dizer brincadeira, mas ele continuava com um olhar muito serio.
-É serio Harry? - perguntou atônita Hermione – ela é mesmo minha irmã?
-Sim Hermione – quem respondeu foi Snape – Samantha é sua irmã gêmea. Dumbledore tinha medo que vocês se unam para destruí-lo. Que é provavelmente o maior desejo do Harry agora.
Harry sorriu enviesado para o professor de poções. Harry estava maquinando um plano para despistar a ordem.
-Snape, você deve plantar uma informação na reunião da ordem hoje à noite.- que eu pretendo fugir amanha a noite. Quando na realidade estaremos no barco já hoje à noite.
Severo piscou surpreso. Despistar a Ordem da Fênix e planejar uma fuga enquanto consolava a garota que ama. Só Harry Potter conseguia fazer.
-Certo. Mas vocês partiram apenas amanha cedo lá pelas 10 horas certo? – perguntou surpreso e admirado Severo.
-Sim temos que esperar minhas encomendas – respondeu enigmático Harry.
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Agora Dumbledore encontrou alguem com poder e odio suficiente para derrota-lo.
o que o nosso heroi pretende fazer?
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