"Oclumência"



-Harry e Russy - chamou a Sra. Weasley animada - o Prof. Snape osaguarda na cozinha e pediu paraserem rápidos, ele não pode se demorar.
-Ah, Sev... - murmurou Russell suspirando a caminho da cozinha atrás de Harry.
-'PROFESSOR' Snape, querida - corrigiu a bruxa, arrancando um muxoxo da mocinha.
-Na escola - sussurrou ela - perto dos outros professores e dos alunos. Ele é meu irmão, Sra. Weasley.


-Hein? - espantou-se a mulher.
-Depois te explico ou meu pai explicará, caso eu não tenha tempo para tanto - segredou ela - com licença, que ele está à minha espera.
Os dois amigos chegam à cozinha, onde vêem Sirius sentado á mesa e Severus em pé, vestido com sua longa capa de viagem.
-Sente-se, Potter - ordenou e virou-se para a irmã - sente-se, Russell, por favor - dessa vez, com voz mais branda e educada, enquanto era recebido por Evolution, a labradora da menina, aos pulos.
-Evolution, pare! - ordenou ela à cachorra e jogou uma bolinha plástica para a sala, fazendo-a correr para lá e fechou a porta - desculpe, tive que mandá-la para a sala. Disse que precisava falar com a gente...
-Claro - disse ele, os olhos negros postados em ambos - Dumbledore quer que vocês aprendam Oclumência. No caso de Russell, só será preciso reforçá-la e a Legilimência, já por ela ser perita em ambas as práticas. No momento, poderá ser difícil, pois Umbridge está atormentando-a tanto que chegou a minar suas forças até esgotá-las de todo.
-Certo - assentiu ela - não custa tentar. E o caso de Harry?
-O motivo de Potter é outro, Russy - respondeu o professor - explicarei melhor durante a aula, mas devo dizer para não comentar com ninguém, muito menos com Umbridge. Se alguém perguntar, digam que estão fazendo reforço em Poções.
-Ótima ideia! - aprovou Russell - e quanto a não comentar com Umbridge, pode ficar tranquilo. Daquela mulher eu quero distância!
-Nem mesmo a mais ninguém na escola! - completou ele.


-Claro, pois pode chegar aos ouvidos dela, cruz-credo! - exclamou ela, dando três batidinhas disfarçadas no assento de sua cadeira, entre as pernas


-Estou de saída agora - disse ele - Russell, sexta-feira ás 19:00 após o jantar, em minha sala. Potter, quinta-feira, após o jantar, mesmo horário e local, espero os dois.
-Não quer ficar mais um pouco, Severus? - indagou a Sra. Weasley, que adentrara a cozinha e deparou com Russell, agora de pé, abraçando-se ao professor a se despedir. Sua altura a fazia chegar aos ombros dele.
-Uma hora ainda te passa - comentou a bruxa, sorrindo.
-Tem razão, Molly - assentiu ele - quanto a ficar mais, não posso. Ao contrário de vocês, tenho pouquíssimo tempo para o lazer. Com licença, fui! (hahaha o Sev nunca diria "fui", eu acho...)
E girando nos calcanhares, a capa farfalhando às costas, ele saiu e aparatou. Sirius aproveitou agora e chamou a filha e a Harry, e mostrou-lhes a árvore da família Black, estampada em uma longa tapeçaria vermelha em um aparede do corredor.
-Olha agora, Harry - começou ele - sei que não gosta do Snape, mas ele é perito em Oclumência e nós só queremos que aprenda a se proteger, está bem? E, Russy, sempre que for possível, procure ficar a maior parte do tempo com seu irmão, certo? Aprenda, reforce mais sua Oclumência para aquela megera não te dominar, está bem? Não sabemos se ela é uma Legilimens também como você e Snape. Precisam ir agora, que Merlim os proteja, está na hora!
-Certo - assentiu ela, mais num murmúrio - pai... POR FAVOR, NÃO saia, NEM se exponha, e cuide da Evolution, ok? Já te disse onde estão os suprimentos dela. Tchau também, Monstro! Despede da vó Gillian por mim, fui!
-Ah, Sirius - chamou a Sra. Weasley - Russell me disse ser irmã de Severus Snape, mas não teve tempo de me contar essa história, se puder, por favor...
Ah, claro - assentiu ele - se der tempo, depois eu conto.


-Como voltaremos para a escola? - indagou Gina - toda a rede de Flu está sendo vigiada, todas as lareiras interditadas, menos a da Umbridge!
-Ah, vocês cinco voltarão no Nôitibus, queridos - respondeu Molly, logo interrompida por Lupin pedindo licença para falar com o quinteto.
-Ouçam-me, por favor - pediu ele - sabemos que quatro de vocês não gostam do Snape, mas queremos que apresnadm a se proteger, precisam se esforçar um pouco mais, por vocês mesmos e por nós também, está bem?
-Russell é perita em Legilimência e Oclumência também - comentou Rony.
-Mas ambas as minhas práticas estão falhando por causa da Umbridge. Preciso é REforçá-las, isso sim!
-E vai conseguir, filha - foi logo dizendo Sirius - não a deixe te dominar e confie no Snape, está bem?
-Pai, eu confio em meu irmão - salientou Russell, séria.
-E ele confia em você também, é seu segiudor!
-Ah, péralá - cortou Rony - Russy não é nenhum artista pra ter seguidores, nem tampouco Você-Sabe-Quem!
-Ele desistiu de seguir Tom Riddle e voltou no meio do caminho logo que soube do meu nascimento - explicou Rusell - apenas o espia para Dumbledore, os dois me contaram.
-Mas devem jurar por Deus, por Merlim e por suas próprias vidas nunca deixar que outras pessoas além de vocês saibam, nunca contar a mais ninguém, por favor, ouviram? - foi logo avisando a sra. Weasley, muito séria. Os quatro assentiram positivamente e juraram manter segredo.
-Ele tem a marca, não tem? - foi logo indagando Hermione.
-A Marca Negra? Sim, fez com tatoo temporária trouxa de henna, apenas para disfarçar. A Marca verdadeira ele tem no antebraço direito, também por dentro, a mesma que tenho desde os meus dez anos - disse Russell, levantando a manga direita e mostrando um enorme "RUSSELL" escrito em horizontal, comprido e preto permanente - ela só brilha, mas não arde.
-É seguidora de si mesma? - quis saber Gina - tem a própria marca, nunca vi isso!
-Adoro tanto meu nome, que fiz apenas por fazer, como a tatoo dos trouxas. Ele fez para mim com a varinha e, por ser meu nome, não doeu nada!




 

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