“A Tal Umbridge”



Cécille acordara atordoada, mal dormira à noite, e, sabendo que teria um dia inteiro pela frente, se sentiu com um peso enorme nos ombros.Estava com uma vontade enorme de voltar a dormir, mas pensou que seria um péssimo começo em Hogwarts, matar aula no primeiro dia.De muita má vontade, se vestiu, arrumou cuidadosamente seus cabelos, colocando uma presilha de borboleta em uma mecha pequena calculadamente separada, e desceu para tomar café.No salão comunal, encontrou gina, conversando com algumas quartanistas.
-Ah... – Gina pareceu feliz ao vê-la. – Olá Cécille!
-Olá! – Cécille foi ao encontro da amiga.
-Estava esperando você, vamos tomar café?
-Claro.
Ao chegarem no salão principal, Gina cumprimentou Luna, que estava próxima a porta, e sentou-se, junta à cécille, perto de Rony, Hermione e Harry.
-Bom dia! – As duas falaram.
-Bom dia! – Rony e Hermione responderam.
-‘Dia. – Harry respondeu, sem tirar os olhos do seu prato de comida.
-Harry, - Cécille chamou, - Ainda está brabo comigo?
-Não, Rony me explicou tudo ontem, - Harry ainda não tirara os olhos da comida. – Eu que devo me desculpar, julguei você mal.
Cécille sorriu, mas não respondeu, só voltou a falar, depois que Fred e George sentaram-se perto deles.
-Bom dia pessoal! – Fred falou, animado.
-Bom dia! – Responderam, juntos.
-Não vai nos apresentar a sua nova amiga, gina? – Fred perguntou, como um tom de falsamente ofendido.
-Não...não quero assusta-la logo no primeiro dia dela.
-Tudo bem, - Geroge falou, fingindo não ouvir. – Nós vamos nos apresentar mesmo assim.Olá, eu sou George...
-E eu sou Fred...
-E nós somos as únicas pessoas sensatas por aqui.
-Prazer em conhece-la Senhorita...
-Gallagher! – Cécille sorriu. – Cécille Améllie Gallagher.Prazer em conhece-los também!Gina me falou de voces, ontem.
-Então ela deve ter comentado da nossa incrível beleza... – Fred falou, passando a mão pelos cabelos ruivos.
-E da nossa maravilhosa personalidade... – Geroge continuou.
-E do nosso senso de humor encantador.
-Claro, claro... – Cécille ria. – E também comentou da incrível modéstia de vocês dois.Espero que minha insignificância não ofusque o brilho de vocês dois.
-Parece que encontramos alguém tão sarcástica quanto vocês, meninos. – Hermione falou, virando-se para eles.
-Tão sarcástica quanto nós? – Fred perguntou. – Assim você nos ofende.
-Não acredito! – Rony pareceu desapontado.
-O Que foi Rony? – Hermione perguntou.
-Olha só...História da magia, Dois tempos de poções, Adivinhação, e dois tempos de Defesa contra artes das trevas!Binns, Snape, Trelawney e aquela tal de Umbridge, tudo no mesmo dia!
-Nunca se pode ter só matérias legas num dia, rony. – Gina falou. – Ainda bem que hoje não tenho poções.Credo.
23 jul -Sorte a sua. – Rony falou.
-Porr que vocês odeiam tanto poções? - Cécille perguntou, um pouco atordoada.
-Tá brincando? – Gina perguntou. – O Professor Snape é terrível!Ele é chato, odeia qualquer um que não faça parte da sagrada sonserina, em especial a grifinória, mais em especial ainda o Harry.Ele é irônico, ele nunca nos dá nota.T-E-R-R-I-V-E-L.
-Crruzes... – Cécille, falou - Cet homme étrange.
-Anh? – Rony perguntou, confuso.
-Que homem estrranho. – Cécille traduziu, calmamente.
-Ah...
-Eu não vou com a carra da tal da Umbrridge...Ela é um pouco perrua, non?
-Pois é...e tem uma voz enjoada. – Gina complementou.
23 jul -Bem, vamos para a sala de História da Magia? – Hermione perguntou. – Binns odeia quando chegamos atrasados.
-Vou com vocês, aprroveito e vejo onde é a sala, se non é capaz de me perrder nesse castelo.
E Foram.Cécille olhava de segundos em segundos para Harry, não conseguia entender o por que dele ter ficado quieto o café inteiro, se não estava brabo com ela, então o que o incomodava?Mal sabia ela que o motivo era ela mesma.Harry não conseguia não ficar brabo com ela, por mais que soubesse da História, só de pensar que a menina era “namorada” do seu inimigo, já a via como traidora, como uma menina que não merecia confiança.Não entendia o por que de a ver como traidora, afinal, conhecera ela no dia anterior, e não era nada dela.
A aula de História da magia ocorreu calmamente, como sempre.Harry observara a nova aluna, e ria por dentro ao vê-la debruçada sobre os livros, de olhos fechados.A aula de poções foi com os alunos da sonserina.Snape mandou-os fazer um poção, e tirava pontos da grifinória enquanto andava pela sala.
-O carra é realmente...desagrradavél. – Cécille comentou com Rony, enquanto subiam para a torre de adivinhação.
-Hum...Hoje ele estava até de bom humor, espere para vê-lo de mal-humor. – Rony falou.
-Nem queira. – Harry comentou.
-Crruzes.E essa tal de Trelawney?Pelo que Herrmione falou dela,ela deve serr muito irritante também.
-Nem tanto, - Rony susurrou, enquanto sentavam-se. – Hermione não gosta muito dela, pois detesta adivinhação.O Único problema dela é que ela não para de profetizar a morte do Harry.Isso irrita um pouco.
-Imagino...
-Olá, meus queridos! – A professora falava. – Bom retorno à adivinhação.Vocês vão encontrar à sua frente, exemplares de “Oráculo dos sonhos”.A interpretação dos sonhos é um meio de adivinhar o futuro, e é um dos mais importantes métodos de adivinhação.Abram, por favor, na Introdução, e leiam sobre interpretação dos sonhos, Depois, quero que se dividam em pares e interpretem os sonhos mais recentes um dos outros.
Após terminarem de ler, os alunos se dividiram em Duplas.Rony e Harry, naturalmente, ficaram juntos, enquanto Cécille se ajeitou com Neville.Após decifrarem os sonhos um do outro, A professora dispensou a classe, e Cécille, Rony e Harry, se encontraram com Hermione para a aula de DCAT.
-Que aula mais...Irritante. – Cécille comentou com Hermione, enquanto iam até a sala da professora Umbridge.
-Por que você acha que eu desisti ,Mon chéri?
-Você tinha razão...Adivinhação em Beuxbaton erra menos...Monótona do que aqui...Sem falarr que essa tal prrofessorra,tem carra de maluca.
As duas riram.
Ao chegarem na sala, as duas se sentaram, e esperaram, junto com os demais alunos, a professora chegar.
-Bom, bom-tarde! – Disse ela, ao sentar-se na sua cadeira.
-Boa-tarde. – Alguns falaram.
-Nossa! – Falou a professora. – Que tristeza, isso não é um bom começo.Vamos comçar da novo, com mais empolgação. – Boa-tarde.
-BOA-TARDE! – os alunos entoaram.
-Agora sim. – A professora falou, com meiguice. – Doeu?Apanhem suas penas, e guardem as varinhas.
Todos se olharam e cuxixaram, era realmente muito estranho a professora mandar os alunos guardarem as varinhas, afinal, era uma aula de defesa contra as artes das trevas, eles usariam a varinha, não?
-Parece que o ensino que vocês tiveram nessa matéria, foi um tanto fragmentado, não? – A professora Umbridge encarou os alunos, com o mesmo tom de meiguice. – Com todas essas mudanças de professores, muitos dos quais não usaram métodos corretos, infelizmente fizeram com que vocês estivessem abaixo do padrão exigido.Por isso, iremos começar do Básico.Todos têm um exemplar de Teoria da magia defensiva?
Alguns murmuraram, em concordância.
-Gostaria que, quando eu perguntar algo, vocês respondessem:”Sim Profª Umbridge”, ou “Não Profª Umbridge.Vamos tentar mais uma vez? – Ela perguntou, com o mesmo tom de sempre. – Todos têm um exemplar de Teoria da magia defensiva?
-Sim Profª Umbridge. - Entoaram, entediados.
-Muto bem. – Falou, com um sorriso nojento. – Abram o livro na página cinco e leiam o capitulo um.Não falem!
Logo que os alunos começaram a ler, a professora Umbridge deu as costas e se acomodou na cadeira.Todos estavam entediados, afinal, era muito chato ficar lendo aquilo, e não entrar em ação
Cécille olhou para Hermione, a menina estava com a mão erguida, e a Profª Umbridge a ignorava completamente.Alguns minutos se passaram, e, agora a metade da turma olhava para Hermione.A Profª, obviamente vira que não podia mais ignorar a situação, e perguntou:
-Quer me perguntar algo, querida?
-Sim, por favor. – Hermione não demostrava medo, ou receio do que estava fazendo. – Gostaria de perguntar, sobre os objetivos do curso.
-Querida...Os objetivos do curso são claros,quando lidos com atenção. – Respondeu, com tom de meiguice falsa.
-Creio que não...Quer dizer, não há nada escrito sobre o uso de feitiços defensivos.
-O...uso de feitiços defensivos? – riu a professora. –Ora, ora, senhorita, não imagino nenhuma situação durante a aula que exija o uso de um feitiço defensivo.Ou está esperando ser atacada durante a aula?
-Não vamos usar magia? – Rony perguntou, em voz alta.
-Os alunos precisam levantar a mão para falar, na minha aula,senhor...?
-Weasley – E ergueu a mão no ar.A Profª o ignorou.
Harry e Hermione ergueram a mão, e Umbridge perguntou:
-Quer me perguntar mais alguma coisa, senhorita Granger?
-Sim, Acontece que, a questão central da Defesa Contra Artes das Trevas é a prática de feitiços defensivos.
-Acontece, senhorita, que você não é a professora, é?
-Não senhora, mas...
-Então, a senhorita não está apta para decidir qual é a questão central da minha aula.Com esse meu método, que é muito mais qualificado que os outros, vocês irão aprender a respeito dos feitiços defensivos de maneira segura.
-E isso vai servir pra...? - Harry perguntou.
-Mão, Sr.Potter.
Harry colocou a mão pra cima, mas a professora o ignorou.Agora vários alunos tinham as mãos levantadas. excluir
.-Vou falar novamente,senhores. – Disse a professora, sorrindo de maneira irritante.- Os senhores esperam ser atacado durante minhas aulas?Não quero criticar o modo como as coisas tem sido conduzidas nessa escola! – Disse ela, com o sorriso sínico nos lábios. – Mas os senhores foram expostos a alguns bruxos irresponsáveis, muito irresponsáveis, para não falar... – Ela deu uma risadinha. – Em místicos perigosíssimos.
-Se a senhora se referiu ao Prof. Lupin – Harry se zangou. – Ele foi um dos melhores que já...
-Mão, Senhor Thomas!Como ou dizia, alguns mestiços muito perigosos.lobisomens, onde já se viu?
-Remus Lupin, - Cécille se levantou,irritada, surpreendendo a todos. – É um dos melhorres brruxos que já tive o prrazer de conhecerr, e a senhorra non tem o dirreito de falarr dele desse jeito.
-A senhorita gostaria de um detenção?Pois bem, Amanha à tarde, às cinco horas na minha sala.
Cécille se sentou, irritada.Hermione a olhou, surpresa, mas deixou para perguntar o que ela queria mais tarde, agora, Harry levantara a mão.
-Fale senhor Potter.
-Senhora, se não vamos praticar nada em sala de aula, como vamos nos preparar para o mundo real?
-Isso não é o mundo real, Potter, é uma escola!Além do mais, quem o senhor acha que atacaria uma criança da idade de vocês?
-Hum, não sei...quem sabe Voldemort?
-Ele não voltou, senhor Potter, pare de fingir.
-ELE VOLTOU! – Harry alterou a voz. – Eu o vi, lutei com ele.
-Detenção, Senhor Potter!Vai acompanhar sua amiga, amanha às cinco.Classe dispensada.
Harry saiu da sala, bufando de raiva, acompanhado de Cécille, que pareceu extremamente ofendida pelo que Umbridge falou de Lupin.Hermione ficou preocupada.
Hey, Cécille! – Hermione gritou, tentando alcança-la.
-Que foi? – Perguntou, grossa.
-Calma Cécille! – Hermione falou, finalmente alcançando-a. – O que aconteceu lá dentro?Não entendi nada.E desde quando você conhece o Lupin?
-Ah...sei lá o que me deu, - Cécille falou, parando virada pra parede, e batendo sua cabeça na mesma. – Acontece que eu fiquei superr irritada com a Umbrridge, pelo que ela falou do Lupin, e eu perrdi a cabeça. Só isso.
-Tá, e da onde você conhece o Lupin? – Recomeçaram a andar, e se sentaram num banquinho, no corredor.
-É uma longa histórria.A dois anos atrrás, quando eu tinha trreze anos, durrante as férrias, fugi de casa e vim parra a Inglaterra, eu fui de vassourra, até Hogwarts, pois prrecisava falarr com Dumbleodore.

Flashback on

-Olá, Cécille. – Dumbleodore sorriu ao vê-la entrando em sua sala. – A que devo a honra de sua visita.
-Bonjour Dumbleodore.Acho que o Senhorr sabe o porr que da minha “visita”.
-Ah, claro, claro. – Dumbleodore continuava sorrindo. – Mas saiba que acho erradíssimo que a Senhorita esteja aqui sem a permissão de seus pais.
-Mas, Dumbleodore, eles non podem saberr, de jeito nenhum, o senhorr sabe que non podem...Eles acham que estou aqui porr culpa de um currso de férias, sabe, currso de desenho...
-Sim, sim, entendo seus motivos Cécille.
-Ahh, Dumbleodore, queria me ver? – Lupin entrava na sala de dumbleodore. – Vim assim que recebi sua coruja, boa-tarde senhorita...
-Gallagher. – Cécille sorriu. – Cécille Améllie Gallagher.Prazer.
Por um momento Lupin a olhou, surpreso...depois, sorriu e falou:
-Ahh, filha do Michael, claro, claro, Prazer, Remus Lupin
-Remus, Cécille está aqui, por que está querendo descobrir uma coisa, que pode mudar sua vida.Não posso falar muita coisa, mas, adoraria que deixasse ela ficar na sua casa por algum tempo...
-Claro, claro, tudo o que você quiser, Dumbleodore.
-Obrigada Remus.

Flashback off

-Fiquei duas semanas na casa de Lupin...ele quase nunca estava lá, estava sempre em Hogwarts, porr causa do emprrego de prrofessorr, que ele tinha conseguido parra aquele ano.Mas, das poucas vezes que ele estava em casa, converrsamos, e realmente adorrei conhece-lo, afinal, quantas pessoas irriam hospedarr em sua casa uma menina desconhecida?Ele foi realmente muito legal comigo.
-Hum...entendo – Hermione pareceu pensativa. – Mas, Cécille, por que você mentiu para seus pais sobre ter vindo para a Inglaterra?
-Bem... – Cécille pareceu analisar a idéia de contar seu segredo para Hermione.Ficou quieta por algum tempo, e depois olhou para a amiga, decidida. – Ok.Eu te conto. – Olhou para os lados, para ver se tinha alguém por perto. – Acontece que, a alguns anos atrrás, eu ouvi uma converrsa dos meus pais.

Flashback on

-Querida, não sei se está na hora de Cécille saber, ela é muito nova... – Michael falava para Améllia.
-Querido, ela precisa saber, - Améllia chorava. – Não podemos esconder isso dela pra sempre.
-Améllia, eu conheço Cécille, e sei que ela não vai se conformar, ela vai querer saber quem é a mãe e o pai dela de verdade!
-Mas...e se dissermos que eles morreram?Ou sei lá, que eles moram na china!
-Querida, Não podemos mentir de novo para nossa filha...ela vai querer saber quem são os pais dela.Vamos falar o que? “Filha você é adotada, sua mãe é maluca e seu pai é um Assassino psicopata?”

Flashback off

-Nossa Cécille! – Hermione pareceu chocada. – Você é adotada?
-Ahan, parece que, depois que meus pais de verdade “desapareceram”, meus pais adotivos se comprometeram a cuidar de mim.Depois de eu ter ouvido a conversa deles dois, comecei a procurar mais coisas, e descobri que Meu pai está, ou estava, preso em Azkaban, por assassinato, minha mãe está internada no St. Mungus,Ela ficou perturbada após um feitiço que deu errado.Depois que isso aconteceu, minha mãe e meu pai resolveram cuidar de mim, pois eles conheciam meus pais de verdade.Numa das conversas de meus pais o nome “Rihana Johnson”, e acho que é o nome da minha mãe.
-Ah, mas então você não conhece seus pais de verdade. – Hermione afirmou.
-Não, eu estou esperando as férias de Natal, para tentar ir ao St. Mungus, conhecer minha mãe.
-Nossa... – Hermione parecia procurar palavras para dizer à amiga.
-É... – Cécille riu – Nooooooossa!
-Mas, porr Merrlin, não conte prra ninguém! – Cécille ficou séria. – Eu não querro que ninguém saiba...pelo menos não agorra.
-Tudo bem, sem problema Cécille, você pode confiar em mim. – Hermione sorriu.
-Eu sei que posso confiarr em você. – Cécille sorriu em resposta.

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