O dia em que entendi
Cap 3
O dia em que entendi
Acho que eu preciso ir ao médico, serio, eu estou realmente doente, ou talvez eu precise dar uns beijos, porque faz tempo que eu não faço isso, é que... sei lá, de repente aquelas garotas incrivelmente turbinadas, que sempre corriam atrás de mim, perderam a graça, nenhuma delas tem cérebro, ou se importa se eu não vou nem olhar para a cara delas no outro dia, e elas também poderiam aprender umas aulas de beijo com a Liss, porque a garota conseguiu beijar muito melhor do que qualquer garota já me beijou, mesmo porque quando eu estou perto dela, eu sinto um formigamento no estômago...
PERA AÍ...
Desde quando eu sinto formigamentos no estômago quando estou perto de uma garota???
Eu só posso estar ficando louco mesmo, a Liss é minha amiga, entre agente há somente carinho de amizade, claro que ela é linda, e que eu já dei uns beijos nela, mas fora isso nossa relação é incrivelmente amistosa, esse formigamento no estomago deve ser fome, é... é isso aí, o que dei em mim aquela hora foi fome.
[...]
Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio.
Eu sou o cara mais retardado do mundo, eu não deveria ser um cachorro deveria ser um jegue, como eu pude fazer isso? Como pude me deixar levar? Como foi que pude cair nessa cilada idiota? Como eu fui me apaixonar???
Você deve ta pensando em como eu fiquei sabendo disso, pois bem, eu precisava pensar um pouco, mas já era quase uma da manhã, desci para o salão comunal, que estava iluminado apenas pela luz da lua, sentei-me no sofá para por os pensamentos em ordem, quando ouvi um barulho vindo da escada do dormitório das meninas.
- AI – disse a garota que desceu, provavelmente teria tropeçado, mas eu conhecia aquela voz, era...
- Liss? – perguntei eu
- Sirius? – perguntou ela entrando no meu campo de visão, estava com um pijama estilo Baby-doll
- Está sem sono?
- To e você? – perguntou ela sentando do meu lado
- Precisava pensar – disse simplesmente
- Hum, Você parece um pouco serio, o que houve? – perguntou tocando de leve minha bochecha.
Peguei a mão dela de meu rosto e a segurei por um tempo, antes de soltá-la e responder:
- O que você diria se eu dissesse que eu acho que estou apaixonado?
- Eu perguntaria quem é a coitada – disse ela rindo – Brincadeira, eu diria que não acredito.
- Eu não mentiria.
Ela estava tão perto que eu não consegui resistir àquele perfume de sândalo, àquela boca desenhada, àqueles olhos brilhantes, beije-a, de um jeito que eu nunca beijei ninguém, naquele momento senti como uma corrente elétrica passando pelo meu corpo, meu coração acelerou a mil batidas por segundo, eu sabia que ela não estava negando o beijo, nem o sentimento que nos consumia, estávamos os dois presos por esse sentimento, de desejo, de loucura, de amor.
- Eu te amo – sussurrei pouco antes de voltar a beija-la
- Também – sussurrou ela de volta
Um copo quebrou, e com o susto nos separamos, e ela apenas se levantou e disse numa voz um pouco magoada.
- Acho que isso foi meio loucura da nossa parte, acho que eu vou dormir. Boa noite
Só pude ficar parado olhando ela subir, ficar pensando em como ela pôde negar o que eu sabia que ela estava sentindo.
Agora eu estou aqui, me corroendo por dentro em uma ferida que eu sei que não vai se cicatrizar tão cedo.
Eu odeio o amor.
N/A: máster tristeeee ngm ta comentando, nem lendo q tiste, bom seo faltam mais dois caps.
BjuxXx
DeDe Potter
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