Apenas um beijo.



Black: obrigada! Muitas pessoas pensam isso por causa do estilo da fic, que é um pouco diferente do que costumamos ver =D
Beijos. :*

Lamarck: Obrigada! =D

Danielle Weasley Potter: Finalmente atualizei! Desculpe ter demorado tanto ^^’
Fâ? Nossa, eu mereço tanto assim? Que boooom que eu tenho uma fã! \õ// *dando pulinhos de felicidade*
Obrigada pelo elogio, beijos :*

Vanessa Urie: Demais? Nossa, é tão bom saber disso! *olhinhos da autora brilhando* finalmente atualizei, bjos. =*

Luluh Black: Eu tbm adoro esse estilo, mas são tão poucas fics que a gente encontra desse jeito... e obrigada! Bjs. :*

thamy gibson evans: tudo beem ^^’
se precisar de ajuda em mais alguma coisa dá um toque aí, ok? Beeijos :*

Gabi Condurú: nossa, obrigada! Eu sempre tento escrever um capítulo que faça com que o leitor imagine cada cena, cada passo dos personagens, que o envolva totalmente, e que no final deixe aquele gostinho de quero mais... atualizada! =**

Milla Siepen: perfeita? Que bom saber que você gostou tanto assim *.*
Não vou abandonar a fic, mas esse tempo estive completamente lotada de coisas pra fazer, e não tive tempo pra nada... E to logo aproveitando essa manhã pra escrever o resto do capítulo, porque eu acho que eu vou ficar novamente sem tempo... Mas prometo fazer o possível! Beijos :*

Lúthien: Que nada! É dever dos leitores cobrarem os capítulos! Kkkkkkkkk
Nããããão, não morre de curiosidade! Como é que você ia ver o final da fic? To até pensando em colocar um final alternativo, pode ser que fique legal... ^^’
Beijos :*

Hanna Burnett: sinto muito, mas eu realmente fiquei completamente lotada de coisas pra fazer, além de alguns probleminhas. Mas hoje eu consegui arranjar uma folga pra escrever, e finalmente ta aqui o capítulo. Desculpe a demora! Bjos

Alana Santos Donola Quaresma: posteeeeeeeeei! Uiahsiahuiahsuasah ;x
Beeijos :*


Gostaram do título? aiusahiuashauishauihsa ;x
Bom, o capítulo não ta todo aqui, mas garanto que termino em no máximo dois dias! beijos :*

__________________________


O frio gostoso ocasionado pela chuva da noite permanecia, embora já tivesse amanhecido. A vontade dela em ficar na cama pelo resto do dia crescia. Mas tinha trabalho a fazer.

Rolou na cama por mais alguns minutos, aproveitando aquela sensação gostosa dos lençóis frios lhe roçarem o corpo. Levantou-se devagar e rumou para o banheiro. Apoiou as mãos na pia, e encarou seu reflexo no espelho. Começara a neblinar novamente. Gina encolheu os ombros, sentindo um arrepio subir-lhe a espinha. Um banho quente seria o ideal.

Encheu a banheira e despiu a camisola, sentindo um calafrio por causa do clima. E relaxou.

___________________

Harry caminhava impaciente de um lado para o outro quando Mel entrou no quarto do pai arrastando seu coelhinho de pelúcia pelo chão.

- Papai, o que você está fazendo?

- Nada princesa. Mas por falar nisso, o que ‘a senhora’ está fazendo acordada a essa hora? Não é muito cedo?

- É. Mas é que Gina prometeu que ia brincar de boneca comigo hoje. – falou animada.

O pai sorriu. Fazia uma semana que Gina estava em sua casa, e se dera muito bem com sua filha por sinal.

- Você já tomou café da manhã? – perguntou ele pondo a filha no colo.

- Ainda não. Posso tomar sorvete?

Harry riu.

- Não, não. Agora é hora do café.

- Por favor, papai, por favor! – pediu Mel abraçando o coelhinho de pelúcia.

Harry fez cara de pensativo.

- Hum... Que tal fazermos assim... Você toma café agora, e no final da tarde podemos ir tomar um sorvete daqueles bem grandes com co...

- Obrigada papai! – disse Mel apertando o pescoço do pai sem ao menos deixá-lo terminar de falar. Então de repente Mel parou e olhou esperançosa para o pai. – Podemos levar Gina? Podemos?

Harry desconcertou-se.

- Er...

- Ah pai, vamos! Sabe, vocês podiam até se casar! Ela é tão legal!

Harry embaraçou-se e engasgou-se com a própria saliva, provocando um acesso de tosse.

- Papai? Papai, você está bem? – perguntou a garotinha ainda em seu braço, batendo freneticamente o coelhinho nas costas do moreno.

- Ah... Er... Estou. – disse ainda meio atordoado. Lindo, pensou ele. Agindo como um adolescente. Realmente lindo.

- Então? Podemos? – pediu novamente Mel com um olhar suplicante.

Harry a olhou. Não podia recusar um pedido tão simples como esse de sua filha.

- Claro que sim meu anjo. – E sorriu. Mel agarrou-se ao pescoço do pai. – Agora vamos tomar café.

Mel pulou para o chão, e arrastou o pai até o andar de baixo, chegando à cozinha quase vazia naquela hora. Cinco pessoas estavam sentadas à mesa, entre elas Katherine.

- Bom dia. – murmurou Harry aos outros.

- Bom dia. – disse Kath bocejando. – Oi Mel. O que quer comer?

- Sorvete! – disse ela animada. Harry riu novamente.

- Mel... – disse o pai em tom reprovador.

- Ta bom papai. Quero suco.

Harry estava sentindo falta de alguém na cozinha. Era muito cedo, mas ela costumava acordar esse horário, mesmo nos finais de semana. Talvez devesse ir lá vê-la... Não, não havia sentido nisso. Talvez ela estivesse precisando de algo... Mas de que? Ótimo Harry, pensou. Tentando achar uma desculpa para vê-la. Agindo novamente como um adolescente. Mas talvez ela não soubesse que o café já estava na mesa... Talvez por isso não descera.

- Harry, eu estava pensando, será que... – mas o moreno disparara para fora da cozinha, deixando Kath falando sozinha. – Harry!

Subiu as escadas e andou rapidamente pelo corredor, diminuindo o passo ao chegar perto de seu quarto. Bateu na porta; Gina não atendeu. Bateu mais duas vezes. Mas ela não abriu. Talvez estivesse dormindo, por isso não atendia, pensou. Abriu a porta com cuidado, colocando apenas a cabeça para dentro. Espiou com cautela, tentando evitar alguma situação constrangedora. Mas a ruiva não estava na cama. Harry empurrou a porta e entrou silenciosamente.

Os lençóis na cama estavam amassados e embolados, sinalizando que a moça não dormira fora de casa. Olhou em volta do quarto; tudo parecia normal. Um segundo depois a porta do banheiro se abrira revelando uma ruiva apenas envolta em uma toalha. Gina desviou a atenção de seu cabelo que estivera penteando até então e olhou diretamente na direção de Harry, que a olhava perplexo. Um gritinho baixo escapou-lhe.

- Harry, esse não é o seu quarto. – disse ela sarcástica.

Parecia tão estranho chamá-lo de Harry... Só o chamava assim porque ele pedira. Segundo ele, o bando acharia estranho todos o chamarem de Harry e ela de Potter.

- Eu... Achei estranho você não ter descido, já que você sempre acorda cedo então... – disse ele sem conseguir desviar os olhos dela.

- Apenas demorei um pouco mais para levantar. – disse ela colocando a mão na cintura e encarando o moreno.

- Ah... Desculpe. Eu bati, mas você não abriu, então eu resolvi olhar pra saber se estava tudo bem...

- Se preocupando agora, Harry? – disse a ruiva.

Gina realmente não perdia uma oportunidade. Mas Harry não ia deixar que ela se sobressaísse. Apenas sorriu e disse:

- O café está na mesa. Não demore.

_____________

Aquele dia de trabalho tinha sido particularmente exaustivo. Tudo o que ela queria era se jogar na cama e dormir.

Gina apagou a luz e enfiou-se debaixo das cobertas. Ficou olhando o céu pela grande janela atrás de sua cama, coberta apenas por uma fina cortina branca que deixava os raios da lua atravessarem enquanto o cansaço tomava conta de seu corpo.

Ficou imaginando o quanto teriam de trabalhar para invadir o sistema daquele banco, quanto teria naquele cofre... De repente viu-se caminhando por um longo corredor. Dos dois lados havia celas, onde várias mulheres gritavam desaforos agarradas às grades. Chegara ao fim do corredor e entrou em uma área ampla, gramada. Caminhou perto das paredes, amedrontada, sentindo o calor aumentar devido ao uniforme que agora usava.

Olhou em volta; um grupo de mulheres a olhava; sentiu o medo aumentar. Porém, pareciam mulheres de bem. Eram comportadas e tinham boa aparência. Duas delas se levantaram e foram em sua direção. A ruiva apavorou-se. O que deveria fazer? E se fossem perigosas? Gina não ficou para saber. Virou-se para trás pronta para voltar a sua cela. Mas quando dera o primeiro passo alguém puxou-lhe com força pelo braço, e a imprensou contra uma pequena curva na parece, na qual dava para uma área mais isolada. Uma área deserta. Deparou-se com quatro mulheres. Todas tinham tatuagens grosseiras espalhadas pelos braços e a olhavam com maldade.

- Olha o que temos aqui. Carne fresca. – exclamou a que parecia ser a líder, olhando a ruiva de cima a baixo.

As outras riram. Gina sentia o medo tomar conta.

- Quem você matou doçura? – disse uma delas acariciando seu queixo.

A raiva tomou conta do medo. Sentiu nojo ao toque daquela mulher.

- Não toque em mim! – gritou, e num ato impensado, empurrou abruptamente a mão dela para longe.

- Olha, ela é valente! – debochou outra, fazendo as outras rirem.

A líder levantou a mão, pedindo silêncio às outras. Gina sabia que cometera um grande erro, mas agora não dava para voltar atrás. A mulher caminhou lentamente em volta da ruiva, com os longos cabelos negros desgrenhados balançando ao vento. A morena parou atrás dela e sussurrou em seu ouvido:

- Então, você se acha muito esperta?

Gina nada respondeu.

- Além de esperta é muda? – disse a líder rindo maldosamente no ouvido da ruiva.

Andou mais um pouco de modo que ficasse frente à frente com a novata, deixando seus rostos a apenas centímetros de distância. De repente, Gina sentiu a mão da morena agarrar seu cabelo com força, e a forçar a ficar de joelhos.

- Ninguém se mete com a gente novata. – falou puxando as mechas ruivas fazendo com que Gina olhasse para ela. – Aprenda uma coisa: ninguém ganha de mim. Ninguém me desafia. Pelo visto você ainda não sabia disso. Então, vai aprender do jeito mais difícil. – disse ela sorrindo maldosamente. Olhou para a amiga, que chutou com força a barriga de Gina. – E mais uma coisa: Não tente resistir, e não sairá muito machucada.

A ruiva sentiu uma dor intensa ao acertarem sua barriga. A líder a empurrou fortemente pelo cabelo em direção ao chão, onde caiu batendo o rosto no cimento. Sentiu alguém chutar suas costas, e teve a certeza que quebrara uma costela. Em seguida, sentiu pisarem em seu rosto, quebrando seu nariz.

- Você agora não parece tão valentona, não é? – exclamou uma das mulheres, enquanto as outras riam desvairadamente. – Levante doçura!

Em seguida puxou Gina pelo cabelo, e a soltou bruscamente, fazendo com que a moça se apoiasse na parede para não cair. Sentiu um soco acertar-lhe o olho esquerdo, e outro acertar-lhe novamente a barriga. A dor tomava conta de seu corpo, e sentia suas pernas enfraquecerem. Aos poucos foi cedendo, caindo de joelhos no chão enquanto as quatro mulheres golpeavam todo seu corpo. Sentia o gosto de sangue na boca, e uma dor intensa em sua barriga, onde lhe quebraram uma costela. Sentiu seu ombro ser acertado, mas dessa vez com algo mais duro, algo como um pedaço de madeira, fazendo um rasgo. O golpe foi fatal para levá-la ao chão; suas pernas não a sustentavam mais, seus braços não tinham mais utilidade, e seus olhos mal conseguiam se abrir por conta do inchaço.

Abriu a boca e tentou falar para pedir ajuda, mas seu corpo doía tanto que até respirar era difícil. Abriu um pouco os olhos para ver se havia alguém ali perto que a ajudasse, mas tudo que conseguiu ver foram quatro pares de pernas e um pedaço de madeira comprido com um prego na ponta. Enquanto lutava desesperadamente para permanecer consciente, as quatro mulheres riam entusiasmadas. Virou a cabeça; as moças que antes a olhavam, vinham correndo ao seu encontro. O sinal da prisão soara, agora todas voltavam para as suas celas.

- Já aprendeu a lição doçura. – disse a líder ainda rindo, e fazendo sinal para as outras a acompanharem de volta à cela.

Ouviu o som de várias pessoas se aproximarem correndo, e um segundo depois avistou os rostos das moças que vieram para ajuda-la.

- Temos que avisar a alguém! – gritou uma delas, examinando o estado de Gina. – Você consegue me ouvir moça?

A ruiva abriu a boca para responder, mas suas forças haviam se esvaído. Levantou um pouco a cabeça para ver quem viera para ajudá-la, mas seus olhos mal abriam. Caiu inconsciente.

Acordou assustada, suando freneticamente e ofegando. Passou a mão pelo rosto, verificando se estava ferido. Não. Fora apenas um sonho. Ou talvez mais que isso. Lembranças que voltaram novamente através de um sonho.

Era difícil aceitar que passara por isso. Era difícil lembrar que um dia fora espancada em uma penitenciária feminina. E tudo por culpa de ninguém menos que Harry Potter. Sua vida mudara completamente de rumo por sua culpa. Nada do que sempre sonhara para si conseguira realizar. Constituir uma família... Trabalhar no Ministério, agora parecia impossível.

A ruiva ficou de pé e enxugou o suor do rosto no lençol alvo. Depois do sonho, perdera o sono completamente. Mirou seu reflexo no espelho à sua frente, e olhou para a cicatriz em seu ombro, provocada pelo prego do pedaço de madeira que a atingiu. Não queria ficar ali, olhando as marcas no seu corpo. Talvez um passeio noturno pela casa lhe fizesse bem.

Gina ajeitou a camisola de seda preta e saiu do quarto sem fazer barulho. Desceu as escadas tentando ouvir se ainda havia alguém no andar de baixo. Ouviu uma voz masculina e reconheceu na hora. Jack estava na cozinha, provavelmente conversando com alguém do bando de Harry como em todas as noites. Não queria companhia; queria apenas ficar só. Então se lembrou do pequeno bar que havia na sala, porém um pouco afastado, que no momento estava vazia. Talvez um pouco de bebida fizesse bem.

Sentou-se em um dos bancos da bancada e pegou uma garrafa de uísque. Virou o primeiro copo; era doloroso lembrar da surra que levara daquelas quatro mulheres. Mas era reconfortante lembrar que elas tiveram o troco.

XXXX Flashback XXXX


O corte no ombro já havia fechado. Ficara sabendo que se chamavam Suelly, Kátia, Maila e Cristina. Não pareciam nomes de quatro valentonas como elas.

- Já acordou Gina? – perguntou uma voz feminina às suas costas.

- Já. Hoje é o dia esqueceu Rita? – perguntou a ruiva virando-se para encarar a amiga.

Desde que Rita a ajudara quando Kátia e as outras lhe espancaram, ficaram amigas. Tinha os cabelos negros e longos, e seus olhos eram cor de mel, assim como os de Gina.

- Não. Mas você tem certeza que quer fazer isso? – perguntou a morena se sentando no banco da cela.

- Absoluta. Mas se você não quiser também, não há problema nenhum.

- Ficou maluca? É claro que eu quero. Não perco por nada a oportunidade de ver essas vacas no chão. – disse com desprezo, fazendo Gina rir do comentário da amiga.

- Então vamos. Está na hora do show.

A ruiva levantou-se decidida e Rita a seguiu. Saíram da cela e foram em direção ao pátio. As presas conversavam normalmente e riam alto, outras jogavam fazendo apostas inescrupulosas. Mas nada das quatro valentonas. De repente todas no corredor às suas costas silenciaram. O que só podia significar uma coisa: Elas estavam vindo. Gina sentou calmamente em um banco no meio do pátio e acenou para que Rita fizesse o mesmo.

As quatro imediatamente localizaram uma novata, que estava encostada numa parede olhando amedrontada para as outras, assim como Gina em seu primeiro dia. Caminharam até ela; mas felizmente a moça percebeu e discretamente andou até chegar a um baquinho próximo da ruiva. Mas Kátia e as outras pareciam não se importar em espancá-la no meio de todas ou num local escondido. Cristina e Suelly sentaram-se ao lado esquerdo da moça no banco, e Maila e Kátia ao lado direito. Começaram a conversar com a moça, mas Gina não conseguia ouvir o que diziam, apenas as risadas escandalosas. A tensão no rosto da notava aos poucos se transformava em medo.

Foi aí que ela cometeu um erro: Levantou-se apavorada, pronta para voltar à cela. Suelly e Maila seguraram em seus braços e Cristina agarrou o cabelo, assim como fizeram com Gina. As outras presas perceberam a movimentação e formaram um círculo em volta delas. Kátia parecia estar adorando aquilo; então decidiu não esperar mais para começar o show. Preparou-se para dar um soco na barriga da moça.

- Solte-a. – disse Gina tranquilamente, alto o bastante para todas ouvirem.

Imediatamente o pátio ficou em silêncio. Os sorrisos de prazer das quatro mulheres sumiram.

- O que você disse? – perguntou Kátia, pelo buraco que se abrira no meio das presas, para encarar Gina.

A ruiva saltou tranquilamente do banquinho no qual estava sentada e andou até a morena.

- Disse para soltá-la.

Kátia a encarou por um segundo, parecendo perplexa pela sua atitude. Então começou a rir. Riu loucamente.

- Quem você pensa que é? – perguntou em meio às risadas.

Gina abriu um pequeno sorriso de satisfação.

- Alguém que não tem medo de idiotas.

Então lhe acertou um soco no rosto que fez a morena cair com força no chão. Kátia levou a mão à boca. Estava sangrando.

- Sua vaca! – exclamou se levantando abruptamente e ficando de frente para a ruiva.

Todas à volta estavam em silêncio, perplexas. Até mesmo as companheiras da morena estavam paralisadas. Então começou a agitação. Vendo que alguém finalmente tivera coragem de enfrentar Kátia, as demais presas começaram a gritar e assobiar, incentivando a briga.

- Não fiquem aí paradas! – gritou a morena para as outras três companheiras.

As mulheres soltaram a novata e ficaram ao lado da amiga. Rita imediatamente levantou-se e correu ao encontro de Gina.

Então começou.

Kátia e Suelly partiram para cima da ruiva, enquanto Maila e Cristina avançaram em Rita. Gina chutou a barriga de Suelly e pegou o braço de Kátia, o torcendo nas costas da morena, e o quebrando. Com um chute a empurrou contra o chão; em seguida partiu para cima de Suelly que ainda estava atordoada. A ruiva a puxou pelo braço e a socou no rosto, recebendo outro em troca que atingiu em cheio sua boca. Sentiu o canto dos lábios cortarem e o gosto de sangue invadir sua boca. Mas ao menos não havia quebrado nenhum dente.

Gina nem ao menos se lembrava que Rita estava ali, atracada com Maila e Cristina. Deixara o ódio tomar conta de si, e tudo que queria era acabar com elas. Poucos minutos depois, a cena que se via era bizarra para uns, maravilhosa para outros. Kátia estava caída, com o rosto ensangüentado e com um braço e algumas costelas quebradas; Suelly gemia baixinho, estava com o rosto arranhado,e suas mãos estavam sobre a barriga, aparentemente muito machucada pelos vários chutes e socos de Gina. Olhou para Rita; estava ofegante, com alguns machucados no rosto, mas sorria triunfante para a amiga. Maila estava caída ao lado de um banco, apoiada em seu assento, com cortes profundos no rosto; e Cristina estava inconsciente ao lado de uma barra de ferro. A julgar por sua posição, aparentemente Rita a jogara longe, fazendo com que ela batesse a cabeça na barra. Rita fizera um bom trabalho.

As companheiras gritavam e assobiavam sem parar. As mais temidas foram vencidas.

XXXX Fim XXXX

Estava no sétimo copo. Nunca se sentira tão tonta como estava se sentindo. Por que tudo aquilo acontecera com ela? Logo com ela? O que fizera de errado? O culpado disso tudo era Harry. Saíra de casa por causa dele, para fugir dele. Deixara seus sonhos para trás. Seria tão simples se pudesse mandar no coração! Amar quem a amasse.

- Gina? – perguntou uma voz masculina à sua frente. – Não devia estar dormindo?

A ruiva piscou tentando ver melhor.

- Jack, eu to tão bêbada! – disse com a voz arrastada, baixando a cabeça e a segurando, como se pudesse fazê-la parar de rodar.

- É eu percebi. – disse ele indo em direção à ruiva e a puxando do banco, tentando fazê-la ficar de pé.

- Jack, você gosta de mim não gosta? – falou Gina caindo em cima do amigo.

- É claro que sim.

- Não Jack, você entendeu a minha pergunta. – disse ela se apoiando no amigo e ficando em pé a sua frente, com o rosto a centímetros de distância do dele. – Você gosta, não gosta?

Jack ficou desconcertado.

- Vamos, você precisa subir, descansar...

- Me dá um beijo Jack... – disse ela abraçando o rapaz, diminuindo a distância dos rostos.

- Que?

- Um beijo. Apenas um beijo Jack, só um beijo... – sua voz ficava cada vez mais arrastada.

- Gina, você está bêbada, não sabe o que está falando...

Mas a ruiva não deu ouvidos. Segurou o queixo do amigo e o beijou. Jack tentou se afastar, mas resistir ao beijo da mulher que ama é querer demais. Então deixou-se levar. Segundos depois, sentiu o corpo de Gina desmoronar, sorte que ela agarrara-se em seu pescoço. Jack suspirou; sabia que cometera um erro, mas guiara-se pelo coração, não pela razão. Talvez quando ela acordasse na manhã seguinte não se lembrasse de nada, então estaria tudo bem. Pegou Gina nos braços, subiu um lance de escada e se encaminhou para o quarto da ruiva.

Porque estava bebendo àquela hora da noite, se devia estar dormindo como todos os outros? Provavelmente sonhara com alguma de suas lembranças novamente. Quando isso acontecia, Gina saía de casa altas horas da noite sem rumo nem direção, ou então bebia. O rapaz sabia de quase toda a sua história; a vida dela não fora fácil desde que saíra da casa dos pais. Chegara ao quarto da ruiva; Jack a colocou na cama e a cobriu.

- Tudo vai melhorar Gina. Você vai ver. – e apagou a luz.
_________________

Yeaaaaah! Mais um capíííítulo! quero ver comentários ok? deixei de estudar por quatro dias pros testes que eu tenho na próxima semana pra escrever o capítulo pra vocês :)
Eu decepcionei vocês com o título não foooi? usahuahsuiasuaihsaius ;x
Esse capítulo foi particularmente difícil escrever, até porque não estava nos meus planos escrever as lembranças de Gina na cadeia... Bom, nunca ia imaginar que isso fosse sair da minha cabeça ^^'
Entãããão, próximo capítulo pode demorar um pouquinho... >.<
Vou tentar escrever o mais rápido possivel, mas como eu disse eu tenho provas e vo ter que me dedicar por um tempo a elas. =/
E respondendo ao comentário da Sakura: Pra ser sincera eu concordo com você! Também não acho esse ator bonito, mas coloquei porque ele é que está na capa da fic. Mas quando tiver outra capa, prometo que o Harry vai ser muuuito gato! kkkkkkkk :X
Esse capítulo foi bem diferente dos outros, então quero saber se vocês gostaram (sério mesmo gente, to apreensiva x.x) então comentem e votem! beeijos. :*

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