Todo fim é um novo começo!



Amy era a garota mais incomum do mundo bruxo, ela não tinha nada de especial. Apesar de ter amigos ela não chamava a atenção, nem confiava em ninguém. Seus pais eram médicos do mundo mágico, sua maior especialidade eram as pestes mágicas. Ela estudava de manhã, fazia algumas atividades a tarde, e quando ficava em casa ela se trancava no quarto, ligava o som e ficava olhando para o teto, pensando em porque ela era tão diferente das outras garotas de sua idade, porque ela não se interessava por ninguém. Porque sua vida era tão monótona, porque ela era tão triste...
Quando ela estava com suas “amigas”, pairava sobre sua cabeça o pensamento: -As pessoas pensam de formas previsíveis, agem de formas previsíveis - Mas ela não, ela não era assim,ela era diferente, ela assustava as pessoas por ser tão misteriosa. Ela se tornara uma pessoa triste... E o que piorou tudo foi a noticia de que seus pais teriam que correr o mundo atrás de uma espécie nova de coisa que estava matando muitos bruxos, uma peste mágica muito poderosa, deixando-a uma pessoa mais triste ainda. Ela acaba indo pra a escola de Hogwarts (tempo integral diferente da sua antiga escola). Ela perderia o pouco espaço que tinha naquela escola e naquela cidade, o que pra ela foi muito difícil perder seus amigos, sair da sua escola.
Tudo aquilo girava dentro dela, parecia que ela ia explodir. Como seria tudo a partir de agora. Como seria viver sem seus pais? Viver em um lugar sem nenhum rosto conhecido. E ela era uma pessoa simples que adorava roupas de trouxas, pra ela não havia nada melhor que um All Star uma calça jeans, uma blusinha e um discman com um cd de rock trouxa, como ela viveria sem isso? Era o seu maior pesadelo ter q morar na escola, sem poder sair, largar todas as atividades trouxas, não comer comida trouxa, trocar a Coca-cola trouxa por suco de abóbora (e ela odiava abóbora), deixar o hamburger para comer uma comida de ceia de natal (não que ela não gostasse, mas todo o dia era demais), ainda agüentar por num mínimo um mês sendo tratada como a “aluna nova” ou como “a estranha” até se acostumarem com seu jeito e sua presença.
Ela estava mais triste que o normal, que o primeiro dia de aula de Amy era esperado como se cada minuto fosse seu último minuto de vida, ela se sentia presa ao entrar naquele enorme salão de entrada completamente vazio, a saudade de seus pais e toda aquela angustia, ela estava queimando por dentro. E quando ela encontrou a professora McGonagal se sentiu pior.
- Ola Srta. Bartold, seja bem vinda, vou te acompanhar até a sua sala – disse a professora, com uma cara de pobrezinha vivia ao meio de trouxas – qualquer duvida pode me procurar!ok?
*****Amy*****
A não senhorita! Só pode ser um pesadelo, to numa escola de riquinhos, que merda!!!
*****
- Ok!- disse ela deprimida.
Faltavam alguns minutos, Amy chega na sala para sua primeira aula, que seria de poções, o professor havia saído e a professora que a acompanhava abre a porta, a classe estava uma zona, quase todos de pé, porem quando percebem a presença da professora correm para seus lugares.
*****Amy*****
Riquinhos medrosos...Aff!
Ela entrou naquela sala, que era uma masmorra, ótimo ambiente para uma escola, Ela me apresenta, começam aqueles sussurros chatos, eu comecei a analisá-los assim como estavam fazendo comigo, eram todos iguais, mas no fundo algo realmente me chamou a atenção. Era um garoto, como ele era lindo, e naquele momento era como se não houvesse mais nada a minha volta além dele, só via a boca da professora abrindo e fechando ao meu lado, não conseguia ouvir o que ela dizia e nem estava tentando entender, naquele momento nada mais me importava a não ser aquele garoto, ele estava encolhido olhando para o caderno, nem percebeu que a professara estava ali.
Ele estava mais triste que eu, mas eu não conseguia tirar meus olhos dele, ele era extremamente banco, tinha os olhos e cabelos, tão negros e lisos quanto tristes. Tinha uma boca linda, e como eu queria vê-lo sorrir. Ele usava as vestes da grifinória e aquele leão em seu peito me deixa a impressão de que ele seja forte, apesar de ser magro e não ter músculos me passou a impressão de corajoso, eu não sei o porque já que metade daquela sala usava o mesmo sobre-tudo.
Eu sinceramente nunca havia sentido algo assim, eu não pensava mais em mim como antes, eu não era mais triste ou infeliz. Eu me sentia bem em vê-lo, parecia q eu tinha nascido para admirá-lo e nada mais me importava, será q estou ficando louca? E quando me fiz essa pergunta ele percebeu a presença da professora ele levanta a cabeça, aquele rosto não era só lindo, aqueles olhos tinham mais de mil sóis ele me viu, e eu olhei nos olhos dele como se procurasse algo e ele me correspondeu o olhar, a partir daí, eu não sentia mais nada, eu nem me sentia, era como se houvessem apenas aqueles olhos, aquele olhar, aquilo foi mais que mágico, aquilo foi infinito
E nós não teríamos parado com aquilo até que a diretora segura meus ombros e diz:
- Srta. Bartold? A senhorita está bem?
-(estava até agora, droga! Eu perdi aqueles olhos), Sim!- respondi educadamente.
- Esse é o professor Snape! Disse ela apresentando aquele homem, que eu não vi chegar. E sinceramente não me importava nem um pouco, a única coisa que importava agora ela aquele garoto...

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