A sala secreta



Capitulo 7 - A sala secreta




— Era só isso? Porque se for... – disse puxando com força os cabelos e se aproximando novamente da ruiva.

— Não... você tem visita! – disse olhando para a porta do vestiário onde, parada, estava ninguém mais ninguém menos do que: Roxanne.


Harry gelou dos pés à cabeça ao ver a loira, mais do que enfurecida, se aproximar de si e de Gina, que olhava cinicamente para a garota, fazendo cara de desentendida.

— ENTÃO ERA PRA ISSO... – gritou a garota apontando para Gina – QUE VOCÊ TEVE QUE SAIR TÃO RÁPIDO ONTEM A NOITE NÃO FOI?

— Uhh, o “titio” Potter estava dando uma festinha ontem é? – provocou Gina recebendo um olhar psicótico de Harry.

— Olha aqui Roxie, eu não tenho que te dar satisfação alguma sobre o que eu faço ou deixo de fazer!

— PÁRA! AH... NA VERDADE VOCÊ TEM QUE ME DAR MUITO MAIS DO QUE EXPLICAÇÕES! AFINAL, EU MEREÇO, SOU SUA...

— “Prostituta particular” – pensou Gina, recebendo novamente um olhar reprovador de Harry, que lera novamente seus pensamentos.

—... FICANTE! – terminou a garota ofegante.

— Por isso mesmo. Ficantes não tem compromissos nenhum.

— PRA MIM TEM! – rebateu a garota.

— “É loira mesmo!” – pensou Gina revirando os olhos.

— Então, o que mais você andou fazendo com ela? – disse a garota num tom mais “calmo”.

— Nada! – dissera ele balançando os ombros.

— Como nada? Anda, fala! – gritou novamente.

— Ele não precisa falar eu mostro. – disse Gina puxando Harry pelos ombros e, olhando para Roxanne, continuou – Pode deixar que eu mostro. Foi mais ou menos assim. – falando isso, puxou-o mais para perto e deu-lhe um beijo agitado e ardente.

Seus lábios se moviam de um lado para o outro em uma dança frenética de prazer. Harry apenas se rendera à surpresa e ao beijo da ruiva, de repente Roxie havia sumido e tudo o que lhe interessava eram aqueles lábios, macios e deliciosos que estava a experimentar. As línguas aprofundavam tudo, massageavam umas as outras.

Proibido e, no mínimo, imoral, era a descrição do beijo a frente de Roxie, que em um surto de raiva e ciúmes puxou o braço de Harry, descolando-o daquela sensação maravilhosa.

— NUNCA MAIS SE ATREVA A FAZER ISSO, ME OUVIU? – gritou a garota com o dedo, apontando para a ruiva e segurando o braço de Harry fortemente com a outra mão.

— Se não ouvisse seria surda! – sorriu sarcástica para a loira.

Harry não falava nada. Estava hipnotizado com o sabor dos lábios de Gina, que ainda estava impregnado nos seus. Olhava fixamente para o chão como uma criança que sonhava acordado, estava completamente abobalhado. E Gina, percebera isso.

— Isso vai ter troco, ouviu bem? – disse Roxie puxando Harry pelo vestiário a fora.

— Sim, garota! Eu tô pelado! – disse o mesmo acordando do transe ao ver que estava a meio caminho do castelo.

— Mas você nunca se importou com as outras pessoas vendo você ao natural, não é verdade?

— Se forem do sexo oposto nem um pouco. – disse sorrindo, enquanto estendia sua varinha na direção do vestiário. – “Accio roupas!” – o moreno pegou sua roupa, que pousara em suas mãos, e colocou-a rapidamente.

— Harry... – disse a garota com a voz embargada e reprimida – eu te amo muito. Mas você... que saco! Você só acha que eu sirvo de capacho pra você! Eu te amo! Quero você pra mim! Por favor! Diz que vai ser só meu! Eu dei tudo pra você, pra ter você, pra te agradar, por favor, seja meu, é só isso que eu peço de você!

Harry estava mais do que pasmo. Nunca vira a loira ser tão sincera, e incrivelmente convincente, em toda a sua vida. Mas algo lhe dizia para não fazer aquilo.

— “Não faça isso Harry” – falou a ruiva telepaticamente – “Você não pode fazer isso com ela!”.

— “Ciúmes Gininha?”.

— “Nunca! Isso se chama pena. Eu morro de pena dessa garota. Sabe por quê? Porque ela é igualzinha a mim há dois anos atrás! Completamente apaixonada, por um homem que só vai fazê-la sofrer! Por isso se não quiser que isso aconteça, não faça isso!”.

— “Não cabe a você decidir isso...” – transmitiu seu pensamento com frieza e depois bloqueou o contato da ruiva consigo.

**

— Mas eu posso impedir! – disse a ruiva saindo do vestiário e procurando o casal de bruxos.

Gina corria rapidamente atrás dos dois, mas a única coisa que lhe passava pela mente era: “Por quem estou correndo? Será mesmo que eu só quero poupar a Roxie de sofrer? Ou será a mim mesma?”.

Com tais pensamentos Gina parou no meio do caminho. Não podia continuar. Não se não soubesse as respostas para aquelas perguntas.

A ruiva agora pensava que não podia impedir Harry de ter um relacionamento com ninguém, já que ela também estava em um. Seria de uma hipocrisia sem tamanho. Por isso resolveu traçar seu caminho de volta ao castelo esquecendo de tudo e todos.

Vagarosamente, Gina subia as escadas para, finalmente, chegar ao salão da Grifinória, onde alguns alunos conversavam animadamente, e entre eles: Mione, Rony e Eve.

— Oi... – disse com um sorriso falso no rosto.

— Ah Gininha, minha irmãzinha querida. Lembra da sua promessa, de responder o meu interrogatório todinho? Pois é, vamos lá! – disse Rony pegando um rolo de pergaminho e abrindo-o, fazendo com que o mesmo rolasse até os pés de Neville que se encontrava do outro lado do salão.

Mione, por sua vez, havia percebido que a ruiva não estava nem um pouco disposta, muito menos para responder as perguntas incabíveis de Rony, resolveu tomar alguma atitude em ajuda à amiga.

— Ronald... – disse calmamente puxando o rapaz pela manga da blusa – acho que agora não é o melhor momento.

— Ah... mas é claro que não! Nunca é! Eu sabia que você ia acobertar tudinho né Mione! Mas eu não vou deixar! A Gininha aqui vai me responder tudo! Pode ir sentando aí maninha!

— RONALD! Será que você não percebe que ela não está bem? – disse a garota em um tom mais repreensivo.

— Como assim? O que você tem Gina? Não me diga que são enjôos? Você não esta grávida está? – disse o rapaz arrancando um sorriso divertido de Gina.

— Claro que estou. Não te contei? Já escolhi até o nome, quer ouvir? – disse a ruiva brincando com o irmão que se jogou no sofá, com a face mais branca do que papel.

— Ai, Ronald. Vê se acorda, ela está brincando! Você não confia mesmo nela não é? – disse Mione cansada das lezeras de Rony.

— Nela eu confio plenamente. São os franceses que me preocupam. Ela voltou noiva, Mione. Noiva! – disse a ruiva pegando a mão de Gina e apontando para o dedo onde não havia absolutamente nada. – Ué cadê? – disse o mesmo procurando o anel na mão da garota.

— Rony... – disse Gina sorrindo discretamente para o irmão. – É a outra mão.

— Ah ta! – disse soltando a mão e puxando a outra. – Noiva! – disse apontando o belo anel de diamantes na mão da mesma.

— E daí? Não quer dizer que ela tenha feito algo de tão grave assim! – disse Mione mais calma.

— Aff... ta bom. Dessa vez eu deixo passar, mas outro dia... – disse o ruivo sentando-se novamente no sofá e conformando-se com a fuga impressionante de sua irmãzinha.

Gina decidiu não mais ficar ali e, por isso, resolveu dar uma voltinha noturna pelo castelo. Andou sem rumo pelos corredores, pensando que naquele exato momento Harry e Roxie já deviam estar vivendo mais uma de suas “noites ardentes”. A ruiva estava agora no terceiro andar do colégio, o qual, ainda, estava terminantemente proibido para todos os alunos, mas a mesma nem se importava com aquele mínimo detalhe. Andou, andou até achar um pedaço da parede de pedra, um tanto diferente.

Aquela pequena faixa, no meio da grande parede de pedras frias, úmidas e extremamente negras, era apenas diferente, o que a tornava completamente visível e chamativa. Não sabia o porquê, mas sentia que algo se escondia atrás daquela misteriosa faixa de pedregulhos opaca e um pouco mais clara que o resto da parede.

Gina olhava fixamente para aquele pequeno “desfalque” na parede, até ouvir passos se aproximando de si.

— Então veio se esconder de mim foi Gininha? – disse Harry se aproximando da mesma.

— Não tenho medo de você Harry... – disse com uma frieza implacável – Achei que estava com a Roxie! – disse mantendo o olhar opaco e sem emoção.

— É, estava... mas eu não agüentava mais aquela baboseira de garotinha apaixonada! – disse o mesmo se aproximando da ruiva com um olhar possessivo e explorador.

— Você chama se declarar para alguém de baboseira? Mas você não presta mesmo, viu! – disse se afastando do maroto a cada passo que ele dava em sua direção.

— Pra que ficar ouvindo ela falar baboseiras - ele fez questão de destacar essa palavra – se posso passar a noite em sua maravilhosa companhia, Gininha.

Harry continuava a se aproximar da ruiva, e ela a se afastar do moreno. Isso ocorreu até ela se ver encurralada entre a parede que estava questionando anteriormente, e o belo corpo bem desenvolvido de Harry.

— Sabe, Gina... – falou enquanto enlaçava a jovem pela cintura. – você esta tão linda... não quer me fazer companhia essa noite não? – perguntou com um sorriso maroto em sua face.

— Nem no seu melhor sonho, querido. – respondeu com uma voz não muito amigável.

— Pare de se fazer de difícil ruivinha, eu sei que você quer. Todas querem! Mas agora eu sou todinho seu! – disse acariciando as belas faces da jovem.

— Vê se me erra Potter! – vociferou a mesma.

— Que modos são esses Gininha, onde já se viu! Tem que tratar os mais velhos com muito mais respeito, e se depender de mim, mais carinho. – falou se aproximando mais de Gina, se é que isso era possível.

— Você não seria capaz! – falou fitando profundamente os amados olhos verdes que tanto desejava.

Harry aproveitou a oportunidade e começou a beijar o pescoço da jovem, fazendo um caminho até o ouvido da mesma, causando arrepios em ambos.

— Pois eu juro solenemente que não farei nada de bom com você.

O moreno se assustou com a rapidez do acontecimento. De repente, a parede se abriu em uma espécie de passagem, e ambos caíram em um lugar extremamente escuro. Onde será que estariam?

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— VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO, ESTA ME OUVINDO? NÃO NESTA ÉPOCA! – gritava um homem com um porte físico meio desajustado.

Era um tanto gordo e um pouco calvo. Trajava um casaco azul marinho com uma camiseta, cujo símbolo era um centauro dourado, usava também calça jeans e um boné da mesma cor da calça.

— O senhor vai ter que me perdoar, mas eu já tomei minha decisão! Quando tiver que jogar pelo meu país, estarei presente. Mas não vou me segurar por causa desses joguinhos bobos, feitos só para brincar e servir de enfeite! Tenho assuntos importantes a tratar agora e não vou me segurar aqui por sua causa! – disse o jovem loiro se retirando da sala do, até então, alterado treinador, que continuava a berrar e a atirar xingamentos para todos os lados.

Matthew saiu aliviado da carga que acabara de se livrar, e sem dúvida estava pronto para por sua vida em dia.

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Harry caíra sobre Gina, o que seria muito mais do que agradável para o mesmo, se simplesmente, não estivesse mais do que hipnotizado pelo local onde caíram.

Era uma sala, completamente, empoeirada, cheia de livros e artefatos mágicos, jogos bruxos e tranqueiras de todos os tipos. Harry fitava todo o local até ser distraído por um pequeno e “discreto” ruído vindo de baixo de si.

— Hum, Hum – pigarreou, chamando a atenção do moreno, que apenas sorriu.

— Que foi Gininha, não está confortável? – disse o mesmo fitando-a nos olhos.

— Nossa tô no paraíso! Sai de cima Potter! – disse a garota, vendo o rapaz se levantar sem contestar e estender-lhe a mão para que a mesma se levantasse.

Gina estava possessa de raiva, e como já era de se esperar, recusou a ajuda do rapaz, empurrando-lhe a mão e levantando-se:

— Que lugar é esse? – perguntou à ruiva, pela primeira vez, fitando todo o local.

— Sei lá! Mas é bem legal! – disse o rapaz explorando o local.

Harry andara um pouco mais pela sala até pisar em algo de vidro jogado no chão, que logo trincou, chamando a atenção do mesmo. Era uma porta retrato completamente empoeirado. O moreno logo percebera uma figura animada e extremamente movimentada debaixo da camada cinza de poeira. Passou os dedos levemente para clarear a visão do retrato em sua mão, e tudo que conseguiu sussurrar foi:

— Pai... – sussurrou com a voz embargada fazendo a ruiva virar-se para si.

— O que foi que você disse? – Gina se aproximou do garoto até conseguir visualizar claramente a foto. – Caramba! Esse é o seu pai? E aquele...é...é Sirius Black? – disse vendo a figura do, até então, belo rapaz na foto – Lupin? Que diabos é isso? O que eles estão fazendo nessa foto?

- Esses são os marotos! Meu pai e os amigos dele: Sirius, Lupin e o canalha do Pettigrew. – disse o último nome com um tremendo desprezo e ódio na voz.

— Marotos? – perguntou Gina passando os dedos delicadamente pelo retrato e parando, sem querer, encima de Thiago, fazendo Harry fitá-la com interesse.

— Sim! Meu pai e os amigos dele gostavam de se intitular marotos, já que eram os autores das maiores pegadinhas de todos os tempos em Hogwarts! – disse calmamente ainda fitando a ruiva com todo o interesse do mundo.

— Ah! Lembrei deles! São os “heróis” de Fred e Jorge! Vivem falando em superar os maravilhosos e lendários Marotos. Não esperava que seu pai e Lupin fossem um deles.

Harry sorriu. Adorava ver o olhar de admiração que Gina lançava para a foto de seu pai. A garota estava mais do que admirada com Thiago. Não so por causa de sua beleza, mas também pela feição de calma e de sabedoria, que de alguma forma ele transmitia só pelo olhar:

— Seu pai era muito bonito... – disse a garota fazendo Harry sorrir de orelha a orelha, mas Gina preferiu não falar o restante, ao invés disso, prefiriu proferí-lo em pensamentos – “ Agora eu sei de onde o filho herdou toda essa...”

— “Toda essa” o que? – perguntou olhando sedutoramente para Gina, fazendo a garota fitá-lo assustada e rubra de vergonha – Beleza? Sedução? Gostosura?

— Idiotice! Convencimento! – contradisse fazendo o moreno se divertir cada vez mais com embaraçamento da garota. – Aff... nem vou discutir com você! Vamos embora de uma vez! – disse a ruiva se encaminhando para fora da sala.

— Por quê? – disse puxando o braço de Gina, fazendo com que a mesma trombasse com o peitoral do rapaz. – Justo aqui que conseguimos privacidade para terminar o que começamos hoje a tarde? – disse prendendo a ruiva dentro de seus braços, impedindo-a de se livrar do mesmo.

— Você quer dizer, o que “você” começou essa tarde! – disse Gina posicionando suas mãos contra o peitoral do rapaz.

— Ah com certeza! E você não me deu aquele beijo lá no vestiário! Fui EU que te forcei a me beijar! – ironizou. – A propósito, beija muito bem ein ruivinha! Andou treinando com o seu noivinho?

— Que fique claro que eu só fiz aquilo para provocar a sua namoradinha psicótica. Ela tava merecendo! – disse procurando não fitar os olhos esverdeados e mágicos de Harry.

— Diga isso olhando nos meus olhos Genevra Weasley! –disse fazendo Gina gelar dos pés à cabeça.

Gina sabia que Harry falara sério agora. Seu modo de falar foi, simplesmente, implacável e avassalador. E mostrava mais do que seriedade ao pronunciar o nome da ruiva por inteiro.

— Anda! Olha pra mim e fala que foi só por causa da Roxie. Olha nos meus olhos e diz que você me esqueceu! Vamos! Eu estou te desafiando Gininha!

Harry via que Gina mantinha o silencio, coisa que o irritava, e muito. Por causa disso, resolveu pegar um pouco mais pesado com a garota. Se aproximou do rosto da mesma fazendo com que seus lábios ficassem a um palmo um do outro. Eram capazes até de sentir o calor do lábio uns dos outros, era uma situação mais do que provocante, mas Gina tinha de agüentar. Não só por seu orgulho, mas também por Matthew que havia sido tão bom para ela.

— Não faz isso... – disse em um tom de suplica. – Por favor, pára... – implorou sabendo que não teria forças para fugir de Harry se ele a agarrasse ali mesmo.

— Por quê? Você não vai lutar contra mim, vai? – perguntou vendo a garota acenar negativamente com a cabeça indicando submissão ao mesmo – Quer dizer que se eu quiser... – disse passando as mãos pela cintura de Gina e acariciando-a, fazendo-a se arrepiar por inteiro. – fazer qualquer coisa com você, e você na vai me impedir? - a garota acenou novamente negativamente com a cabeça.

— Não vou reagir Harry! Pode fazer o que quiser! Mas eu só te aviso que se o fizer eu não vou te perdoar! – disse fazendo o moreno parar e fitá-la com um olhar assustado – Você sabe que eu não tenho forças para lutar contra as suas investidas. E sabe que o que está fazendo é da mais pura covardia! Por isso, sim, eu vou deixar você fazer o que quiser comigo. Se quiser me beijar, beije. Se quiser me agarrar, agarre Se quiser me deixar nua, deixe! Faça o que quiser. Pode brincar comigo, como faz com todas que cruzam o seu caminho, afinal eu não me importo de ser mais uma! Sou louca por você, não sou? – disse fitando os olhos do moreno – Assim como todas das quais você se aproveita!

Agora quem não tinha coragem de fitar fundo nos olhos era Harry. Não conseguia olhar para Gina. Estava espantado com a verdade dolorosa, nua e crua que Gina colocara a sua frente.

A verdade era que Harry se tornara um cafajeste sem tamanho. Não respeitava as mulheres, nem seus namorados, fato que lhe rendera muitas brigas com alguns amigos, entre eles o próprio Simas, por causa da sua ex-namorada Parvati Patil, com a qual Harry tivera um casinho.

Finalmente via que suas desculpas de que, Voldemort poderia atacar qualquer uma que estivesse envolvida consigo, eram simplesmente ridículas. Culpava Voldemort por sua falta de coragem de ter um relacionamento sério com qualquer garota.

— Desculpa Gina... eu é... perdi a noção das coisas. – disse saindo da sala rapidamente deixando Gina aos prantos.

Por que ele a torturava desse jeito? Gina chegara a rezar para ter ficado de bico fechado naquela hora, e deixar Harry possuí-la. Mesmo que fosse apenas para se divertir.

***********************************

Harry andava apressadamente pelo corredor. Simplesmente não conseguia tirar as palavras atordoantes de Gina de sua cabeça. Andava desesperadamente, tentando apagar tudo de sua mente, coisa que aprendera a fazer com o passar dos anos.

Harry treinara sua mente para afastar pensamentos tristes da mesma, tornando-se uma pessoa fria. Toda a vez que algo o deixava para baixo ele fechava os olhos, contava desesperadamente até dez e mandava todos esses pensamentos embora, fazendo com que tudo ficasse “bem”. Mas isso o tornara uma pessoa fria e sem sentimentos aparentes. E agora, Gina estava fazendo esses sentimentos brotarem novamente. Ela estava aquecendo seu coração de forma que ninguém conseguira fazê-lo. Mas o porquê, Harry, simplesmente, não entendia.

Em menos de dois minutos Harry se viu pronunciando a senha da Grifinória e adentrando o salão comunal da Grifinória, avistando apenas Rony e Mione conversando com um recém-chegado, ao que parecia, já que havia malas espalhadas por todo o lugar:

— Harry! Que bom que você chegou! Olha só, esse aqui é um novato que acabou de ser selecionado para a Grifinória! – disse Rony, apresentando o garoto para Harry, sem fazer cerimônias.

— Prazer, Harry! – disse apertando a mão do rapaz com um certo desanimo.

— Prazer, Matthew!








N/A Violeta: oiiii

bem, vou dar apenas algumas palavrinhas.... VOTEM E COMENTEM!!

eu notei que tem bastant gent lendo a fic mas poucos comentando...

é bom vcs tomarem cuidado com isso, pois futuramente isso pod causar um bloqueio criativo nas autoras...* autoras sendo dramáticas*...

Mas eh verdad... no final quem perde saum vcs... e im, eh o que vcs estao pensando... ISSO EH CHANTAGEM!! SEM COMENTS, SEM CAP!!

e obrigada a todos aqueles que lêem a fic e comentam... vc s fazem duas autoras mt felizes!!!

e esse cap vai ficar sem musica por enquanto... eh q n tivemos tempo para encontrar uma musica q combinasse com essa cap... mas ainda hj colocaremos uma...

xaus... c nao vou escrever um livro aqui... suhaishaihsiua

BJUS!!!!

N/A: Naira: Música Addicted - Viciada. Para quem quiser ver a tradução dessa música, que tem tudo haver com esse capitulo, acesse o link ao lado:
http://vagalume.uol.com.br/kelly-clarkson/addicted-viciadatraducao.html
Kissess!!!! E COMENTEM!!!

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