A Certain Romance

A Certain Romance

Ele estava fugindo de novo, e no desespero de se esconder, foi parar bem no vagão dela... Seria o destino? Claro que não afinal, quem acredita no destino?


“Aqui estou eu Sofia Amundsen mais infeliz do que nunca, não só estou voltando às aulas, o que já é ruim o bastante, como também estou sendo transferida de escola de novo, e não conheço ninguém! Para você entender melhor, eu estou na plataforma 3 e ¹/2 onde uns alunos estão embarcando no trem, outros estão se despedindo de seus familiares e encontrando seus amigos, resumindo todos estão felizes... e eu? Bem eu estou sozinha procurando uma cabine vazia, para pode olha para esse monte de gente e nem encontrar alguém conhecido, e isso porque meu pai ta ocupado demais trabalhando, pra ter um tempinho pra se despedir da sua ‘querida’ filha, haha até parece! Ok admito que às vezes eu sou meio dramática demais, mas é culpa dele que me obriga a mudar de escola a cada ano só para que ele possa ir trabalhar!”
Quando encontrei uma cabine vazia entrei nela encostando a porta, e sentei-me ao lado da janela observando os últimos alunos fora do trem correndo para não perdê-lo.
Logo o trem estava em movimento e pegando velocidade, deixando para trás a estação junto com vários parentes sorridentes acenando para seus filhos, sobrinhos, e netos. Apoiei minha cabeça na janela observando como esta embaçava com a minha respiração quente, olhando para fora conseguia ver poucas manchas coloridas no meio do branco intenso da neve. Poucos minutos após, já havíamos deixado a cidade para trás. Aconcheguei-me no meu pesado agasalho de modo a me aquecer mais e resolvi ler para me distrair “afinal ninguém merece uma viagem longa, parado se fazer nada certo?” Abaixei, peguei um livro na minha mochila e me pus a ler. Logo já havia lido várias páginas do livro, foi então que 'ele' entrou na cabine parecendo meio desesperado...

Compartilhe!

anúncio

Comentários (0)

Você precisa estar logado para comentar. Faça Login.