Um vaso raro como recompensa
Capítulo XXIII_ Um vaso raro como recompensa
(N/A: Um dia eu ainda faço um capítulo com um nome legal e poucas palavras!)
(Narração de Lily)
Acordei e sentei rapidamente, senti minha cabeça girar, esperei isso passar e olhei para os lados. Estou no meu quarto, eu não dormia aqui faz uma semana, pois estava na casa da Bruna.
Olhei no relógio, é quase meio-dia. Então me lembrei de ontem. Senti vontade de chorar e de transformar a Bellatriz Lestrange em mil pedaços. Como ela pode levar o James?
Será que ele está bem? Será que está vivo? Onde será que está? Malditos comensais e maldito Voldemort com sua mania de poder.
Reparei que ainda estou com a roupa da festa, então resolvi tomar um banho rápido. Depois vesti uma roupa leve e desci as escadas de dois em dois degraus. Encontrei meus pais e Petúnia almoçando na cozinha.
- Bom dia! – disseram minha mãe meu pai.
- Mau dia. – respondi sem a mínima vontade de conversar – Preciso ir para a casa da Bruna falar com as meninas e os marotos.
Eu já estava indo em direção a porta quando minha mãe me chamou.
- Lilian Evans, onde foi para tudo que te ensinei? Acho ridículo gente que bebe demais em festas e depois fica chamando a atenção. Então minha filha resolve fazer isso.
- Mas eu praticamente nem bebi. – falei espantada.
- Você chega desmaiada, sendo carregada por magia pelos seus amigos e diz que não bebeu? Você fez o que então? Se drogou?
Pensei que minha mãe confiava em mim.
- O James foi levado pelos comensais, eu fiquei nervosa e me deram um calmante, por isso dormi a noite toda. Se não tinha passado a noite em claro, sem nem piscar. Obrigada por confiar em mim. – falei irritada e saindo batendo o pé.
Sai e bati a porta. Fui até a casa de Bruna, espero que as meninas estejam acordadas. O que é bem provável se elas não tomaram calmantes também.
A mãe de Bruna atendeu o portão.
- Posso falar com a Bruna e as meninas? – perguntei.
- Você não estava com elas? – ela perguntou.
- Não, onde elas estão? – perguntei curiosa.
- Ficaram na mansão dos Potter, por causa do ataque que teve. Eu só as deixei ficar lá, por causa disso. Se o pai da Herica descobre que ela passou a noite lá, ele nunca mais a deixa vir aqui.
Acho que a mãe da bruna não sabe que quando fomos para o Brasil, estávamos em nova adolescentes e cinco deles eram garotos.
- Bom, então vou lá porque preciso falar com elas. Tchau senhora Sparrow! – falei e fui andando para a mansão.
Lembrei-me de ontem, as cenas não saiam de minha mente. Eu me sentia cada vez pior. Ficaria feliz em ter aceitado namorar com o James. Caramba, como eu mudei depois que briguei com o Snape. Aquele garoto era uma pedra no meu caminho.
Cheguei logo na mansão, e como fui várias vezes lá nas férias, o segurança já sabe quem sou e me deixou entrar.
Logo no jardim encontrei várias pessoas que acho que trabalham no ministério e estão inspecionando o local do ataque. Fui até a sala de visitas da mansão e encontrei Bruna e Remo abraçados em um sofá e Sirius e Herica no outro. Peter está dormindo sentando no sofá. Com exceção de Peter, ou outros presentes olharam para mim quando entrei.
- Onde estão Alice e Frank? – perguntei.
- Num dos quartos. – respondeu Bruna – Ele ainda não acordou, mas os medi-bruxos disseram que vai ficar tudo bem.
- Lily, – disse Sirius – Agora acho que você já pode nos falar o que houve com o James.
Eu sentei numa poltrona vazia que havia ali e respirei fundo.
- Eu não sei muita coisa, nós viemos aqui para dentro para chamar o ministério antes que a tragédia aumentasse. Antes que saíssemos um comensal, que agora sabem ser Antônio Dohlov, entrou na mansão e eu e James duelamos com ele. Por isso ele estava petrificado no chão. Mas um pouco depois o pessoal do mistério chegou aqui. Aquela nojenta da Bellatriz Lestrange deve ter pensado que na havia ninguém aqui dentro e veio para ca sem que os aurores a vissem. Então quando percebeu que estávamos aqui, ele lançou aquele feitiço que faz tudo ficar breu. Isso foi por alguns segundos, ou vi James tentando dizer alguma coisa como se alguém tivesse calado sua boca. Quando tudo voltou ao normal, nem ela, nem James estavam ali. Acho que ela foi pela lareira, pois não da para aparatar aqui dentro, o feitiço é mais forte.
- Mas o que ela pretendia levando o James? – Remo perguntou como se alguém ali tivesse a resposta.
- Talvez eles nem tenham planejado levá-lo, pode ter sido algo inesperado de ultima hora. – falou Bruna.
- Mas se o levaram para o esconderijo de Voldemort, precisamos fazer algo para salvá-lo logo. – disse Sirius – Cada segundo que estamos aqui são menos chances de poder fazer algo.
- Mas o que faremos? – perguntou Herica – Se nem sabemos onde fica esse esconderijo?
(Narração de Herica)
Depois que Lily contou tudo o que houve e conversamos por alguns minutos, uns homens do ministério que estavam no jardim entraram em casa. E pediram um depoimento de Lily. Eles disseram que vão começar a busca por James hoje mesmo.
Até porque John deve estar pagando bastante para ter o filho vivo o mais rápido possível. E as aulas voltam quarta-feira.
O ministro da magia apareceu no velório da Sarah, além de outras pessoas importantes no mundo da magia que vieram só por presença do que por realmente sentir algo. Eu não chorei, mas senti um nó na minha garganta e vou sentir falta das vezes que vim aqui com a Bruna nas férias de verão desde que tínhamos dose anos.
A tia Sarah era uma pessoa muito legal e simpática. Sempre conversava conosco e gostava de fazer festas e programas diferentes.
Alice vai voltar para casa hoje mesmo, já que vai ser impossível se divertir mais nessas férias com esse clima ruim. Mas eu só vou voltar para casa nas terça de noite, pois meu pai está viajando a trabalho. Faz três semanas que comprei os materiais do sétimo ano.
(Narração de James)
Tudo ficou negro como breu e senti cordas ao redor do meu corpo. Iria dizer algo quando uma mão feminina tampou minha boca.
- Se você tentar reagir, acabo com aquela ruiva sangue-ruim. – disse Bellatriz em meu ouvido – Agora ande.
Sem pensar duas vezes eu andei na direção que ela queria e entramos na lareira, que ficou um tanto apertado. Logo estávamos saindo por outra lareira, em uma casa escura. Mas percebi que havia mais alguém no local.
- Porque demorou tanto? – eu acho que conheço essa voz.
- Cale a boca. – Bellatriz falou – Depois conversamos. Agora veja quem eu trouxe comigo: James Potter!
- Por que o trouxe para cá? Porque não o matou de uma vez? – ele perguntou.
Não é muito legal ouvir alguém falar de sua própria morte em sua frente e não poder dizer nada.
- Que lugar é esse? – perguntei sem pensar.
- Cala a boca Potter. Bella precisamos conversar.
- Acho que já sei onde deixá-lo enquanto isso! – ela falou me puxando.
Subimos dois lances de escadas do que parece ser uma mansão bruxa pelo pouco de luz que entra pela janela e pelas pessoas nos quadros que se mechem. Paramos em frente a uma porta que ela abriu e me jogou lá dentro, a trancando em seguida.
Aqui está ainda mais escuro e tem um cheiro de mofo como se ninguém pisasse aqui há vários meses. Ouvia voz da Lestrange e do outro comensal começarem a discutir do lado de fora, mas logo silenciaram ao perceber que o tom de voz estava alto.
Alguns minutos depois tentei sair o quarto, mas a porta está trancada com magia e minha varinha ficou jogada na sala da minha casa. Acabei desistindo, fui em direção a janela de onde posso ver um jardim iluminado pela lua minguante. Fiquei ali observando e pensando em como estão as coisa em minha casa por algum tempo, até que acabei dormindo.
***
Acordei com o barulho de vozes. Lembrei-me de onde estou, ou melhor, que não sei onde estou. A luz do sol batia na minha cara. Por que fui dormir ao lado da janela?
Quando me acostumei com a luz eu olhei ao redor, vi várias fotos, coladas na parede, de mulheres trouxas de biquínis e uma foto dos marotos, também há algumas bandeiras da grifinória e outros objetos vermelhos e dourados. No centro a uma cama de casal também vermelha e dourada com madeira entalhada na cabeceira. Tem um guarda-roupa bem grande e no teto um lustre. Sem contar que o quarto é enorme, talvez um pouco maior que o meu.
Eu nunca vi esse lugar antes, nunca estive aqui. Porque tem uma foto dos marotos? E se aqui é um lugar onde os comensais se escondem, porque tem bandeiras da grifinória? Comecei a andar pelo quarto em busca de alguma coisa que o identificasse.
Foi quando alguém abriu a porta e eu me assustei. Era uma senhora que deve ter mais ou menos a idade da minha mãe.
- Deve ter se identificado bem com esse lixo todo. – ela falou secamente – Aqui está seu café da manhã Potter.
Ela colocou no chão uma bandeja com uma caneca com algo que parece ser café e um pedaço de um pão com manteiga que deve ter uns dois dias.
- Para sua sorte o lorde está muito ocupado no momento, mas em breve você terá o que merece. Até porque não quero um traidor do sangue em minha casa.
***
(Narração de Bruna)
Os três últimos dias de férias pareceram durar mais que as férias inteiras. O clima estava péssimo. Alice voltou para sua casa no domingo de tarde, seus pais nem esperaram o velório terminar. Peter voltou para sua casa na segunda-feira de manhã, Remo foi embora um pouco depois do almoço.
Lily, Herica, Sirius e Remo almoçaram na minha casa. Eu fiz questão de sentar longe do Remo, minha mãe e meu pai já vivem dizendo que acham que eu gosto dele. Se eles descobrem que estamos namorando me mandam para um colégio só de garotas.
Meus pais são alemães e como não conhecem Hogwarts, pensam que a escola é dividida em duas casas: Uma para garotas e outra para garotos. Lá na Alemanha as escolas são divididas em três casas: Sangues-puros, mestiços e nascido-trouxas. Ainda bem que eles se mudaram para a Inglaterra antes de me por na escola.
Depois do almoço eu, Lily, Herica, Sirius e Remo fomos para o jardim. Ficamos tentando quebrar esse clima meio triste ainda por causa da festa quando o pai do Remo chegou e ficamos só nós quatro.
- Que maravilha, três garotas lindas e só eu de garoto! – Sirius falou sorrindo.
- Acho que sua tristeza já passou e você está muito bem. – falou Lily se afastando um pouco de Sirius.
- Caramba, não da nem para tentar fazer uma brincadeira. – ele disse sentando na calçada – Agora falando sério, o que é que eu vou fazer até quarta?
- Em relação a que? – perguntei.
[i]- Bom, a mansão foi interditada hoje de manhã e para minha casa eu não posso voltar. Seria muita humilhação, prefiro dormir na rua. – ele falou baixando a cabeça.[/i]
Por essa eu não esperava e acho que nem as meninas. Ficamos em silêncio até que Herica resolveu sentar na calçada também, nós fizemos o mesmo.
- Por que você não foi com o Remo? – perguntei depois de alguns minutos.
- É... – Sirius pensou um pouco para falar - ele está tendo problemas com a família.
(Narração de Sirius)
Eu falei com o Remo e ele me disse que parece que o irmão dele está virando comensal ou algo do gênero. Aí o tal do Rômulo fica rondando a casa às vezes e os pais dele estão muito assustados. Como ele é mais lobo do que humano, estranha qualquer pessoa que não seja da família ou que não vai lá regularmente. Por isso não fui para a casa do Remo.
As meninas não sabem que o Remo tem um irmão por isso não pude contar tudo que está acontecendo.
- E por que ele não me contou? – Bruna perguntou já ficando preocupada.
- Você sabe como o Remo é para falar dos problemas. Mas não se preocupe não é nada de mais. – falei.
- E a casa do Peter? – Lily perguntou.
- Os pais dele são muito chatos, a mãe dele era bruxa, mas morreu faz uns dois anos. Aí o pai dele que é trouxa se casou com uma mulher trouxa também. Ela odeia bruxos e ele sofre um monte por isso.
- Nossa, você pode conviver com um maroto por mais de meia década e ainda assim poderá se surpreender com ele. – disse Herica – O Peter não fala quase nada da família dele, o Remo até fala, mas acho que ele tem algum segredo escondido, além do probleminha peludo.
- Bom, na minha casa você não poderia ficar. Com a louca da Petúnia por lá, ela iria querer invadir seu quarto no meio da noite e tentar te agarrar. – Lily falou segurando o riso.
- Eu sei que ninguém resiste a Sirius Black, mas no caso da sua irmã seria bom se ela resistisse. Não me leve a mal, mas ela é muito feia, parece uma cavala. – eu falei fazendo careta.
Bruna, Lily e Herica começaram a rir.
- Também acho! – Lily falou.
[i]- Na minha também não daria para você ficar, até porque nem eu posso ficar lá já que meu pai está viajando. – Herica disse depois que parou de rir.
- Ei, porque estão olhando para mim? – Bruna perguntou como se não soubesse – Vocês sabem como são meus pais, [/i]jamais deixariam um garoto dormir aqui em casa a não ser meu irmão que não vejo faz quase um mês.
- Bruna, pare de fazer drama, seus pais nem são tão chatos assim. – Herica falou – Na verdade eles são bem legais!
- Ok, vou falar com eles daqui a pouco. Vou dar um jeito de convencê-los, já que tem dois quartos livres, pois o meu irmão está morando numa república perto da faculdade e a Herica fica mais no meu quarto do que no quarto de visitas. – disse Bruna.
- Se te conheço bem, se eles não deixarem você vai se transformar em cachorro e ficar por aqui do mesmo jeito. – disse Herica.
- Que bom que você sabe! – falei sorrindo.
***
(Narração de Bruna)
Minha mãe estava na cozinha fazendo pão de queijo pelo cheiro. Eu cheguei bem silenciosamente e ela continuou o que estava fazendo.
- Ai Bruna que susto. Parece um fantasma que chega sem dizer nada. – ela falou me olhando – Você não estava lá fora com suas amigas?
- Quer ajuda? – perguntei tentando fazer a melhor cara de boa menina.
- Na verdade quero que você lave a louça para mim! – ela falou, o que eu não faço pelos meus amigos?
- É mãe... sabe o Sirius? Então, ele morava lá na mansão dos Potter...
- Eu já sei que ele morava lá e que fugiu de casa porque os Black não são o tipo de pessoa muito amigável. Entendo ele, até porque meus pais também tinham essa mania de sangue-puro.
- Então, a mansão foi interditada e ele não tem onde dormir... – eu falei antes que ela contasse pela centésima vez que fugiu com meu pai para casar com ele.
- Porque não o chama para dormir no quarto do seu irmão até as aulas voltarem? – minha mãe perguntou enquanto colocava os pães de queijo no forno.
Caramba, eu nem precisei perguntar. Será que minha mãe foi abduzida por ETs e colocaram uma cópia no lugar dela? Bom, isso não importa agora, se eu resolver vir para casa nas férias de natal eu descubro.
- Sério? – perguntei sorrindo.
- Sério, ele não pode ficar na rua. – ela disse como se fosse obvio.
- Obrigada, vou falar para ele e para as meninas! – disse saindo da cozinha e deixando metade da louça sem enxaguar.
(Narração de James)
Passei o domingo todo trancado naquele quarto, no almoço me trouxeram uma sopa fria e depois quando já estava anoitecendo recebi um copo d’água e um pão seco. E quem me trouxe isso foi um elfo doméstico que não parava de me xingar de traidor do sangue e mais um monte de coisas.
A segunda-feira também passou assim, pensei que não veria nenhuma pessoa durante algum tempo. Mas quando estava anoitecendo quando aquela senhora entrou novamente no quarto. Percebi que seu rosto não me é estranho e a conheço de algum lugar.
- Potter, o Sirius foi para a sua casa quando fugiu, não foi? – ela perguntou se abaixando para olhar em meus olhos.
- Foi, ele mora lá e passa todas as ferias na minha casa. – respondi e só então me lembrei que a vi na estação King Kross (N/A: acho que assim que se escreve.), ela é a mãe do Sirius.
- E ele está bem? Dorme direito? – notei a preocupação de mãe no rosto dela – Não fica comendo só porcarias?
- Sim, ele está bem, ou estava antes desse ataque. E estava bem feliz e apaixonado!
- O meu filho apaixonado? – ela falou no que acho que deve ser um sorriso – Mas quem é essa garota? É sangue-puro, não é? Vai trazê-lo de volta para o caminho certo?
Essa mulher só pode ser doida. O que ela chama de caminho certo? Esnobar as pessoas por não serem sangues-puros, se achar superior e ter o direito de tira vidas por isso.
- O que importa se ela é filha de bruxos ou de trouxas? Ela é lega e inteligente, além de ser uma ótima amiga. Isso é que deve ser avaliado nas pessoas...
- O que você está fazendo aqui falando com esse traidor do sangue? – falou Regulo Black entrando no quarto.
Ela se levantou no mesmo instante. Os dois saíram do quarto discutindo, antes de fechar a porta Regulo olhou pra mim.
- A sua hora está chegando. Amanhã conhecerá o poder do lorde. – ele falou e em seguida fechou a porta.
Ouvi os dois discutindo e ele disse um monte de palavrões para ela. Isso não é jeito de se tratar a própria mãe. Achei que ele deveria tratar a mãe muito melhor do que o Sirius, mas me enganei.
Parece que pelas perguntas que ela fez, ela gosta do Sirius e talvez até mais do que o Regulo.
***
A terça-feira chegou e acordei com o barulho de vozes e de passos vindo do andar de cima. O elfo trouxe algo para comer e pouco depois Rodolfo Lestrange entrou no quarto.
- Olá Potter! O que está achando da mansão Black? – ele perguntou com um sorriso falso de canto de boca.
- Se já não estava bom, com seu rosto aqui, está ainda pior.
- Não se preocupe, logo estará longe desta casa e provavelmente nunca mais voltara. E logo não verá rosto nenhum. Se acredita em vida após a morte, vai encontrar sua mãe no inferno!
- Como assim encontrar minha mãe? – perguntei me levantando.
- Ora, pobrezinho do Potter, não ficou sabendo que está órfão de mãe. – ele falou gargalhando (N/A: gargalhadas de vilões são tão legais! ^^) – Não reclame, pois era para seu querido pai ter morrido também.
O que? Como assim minha mãe morreu? Só pode ser brincadeira.
- Agora não da tempo de ficar se lamentando, temos que ir! – ele falou segurando meu braço com força.
No instante seguinte ele aparatou comigo. E logo depois eu estava em frente a um casarão antigo que um dia já deve ter sido uma imponente mansão. As árvores, do que um dia deve ter sido um lindo jardim, estão secas. O portão aberto balança com o vento e faz um barulho chato. O céu está escuro. A paisagem é realmente assustadora.
Passamos pelo portão e fomos em direção a porta de entrada, que se abriu sozinha. Entramos na casa e fomos em direção a uma escada, isso me lembra em partes da casa dos gritos. Isso desse estar cheio de cupins, pois os degraus rangem cada vez que eu piso. Vi uma cobra rastejando no corrimão e me assustei.
Ouvi vozes vindas de uma sala no fim do corredor.
- Ande logo garoto! – Lestrange falou me empurrando.
Logo chegamos à sala, que está cheia de comensais. Numa cadeira um pouco mais está um homem virado de costas com uma capa negra e um capuz da mesma cor.
- Milorde, perdoe-me pelo atraso. – falou Lestrange se ajoelhando.
- Levante-se, vamos ao assunto! – ele disse virando a cadeira e mostrando seu rosto horrendo – Quer dizer que Bellatriz Lestrange resolveu levar o Potter consigo quando estava saindo da festa? Tenho que admitir, foi uma ótima idéia!
- Então agora posso ter a honra de torturá-lo um pouco? – perguntou Bellatriz pegando a varinha.
- Ainda não. Sente-se Potter! Bom, se prefere ficar em pé, o problema é seu. O que acha ser meu aliado e poupar sua vida? – Voldemort perguntou olhando para mim.
- Nunca!
- Crucio! – senti uma dor horrível no meu corpo e cai no chão – Tem certeza do que disse?
- Jamais serei um comensal!
- Crucio! – a dor foi ainda pior – Imaginei que essa seria a resposta, então poderemos partir para o segundo plano.
Voldemort voltou a falar com os comensais como se eu nem estivesse ali. Senti um medo tomar conta de mim. E se eu realmente for morrer? Bandidos só falam seus planos na frente de suas vitimas quando pretendem matá-las.
- Podemos torturá-lo até a morte! – Sugeriu o infeliz do Ranhoso.
- Não por enquanto, ele será útil. Afinal ainda precisamos matar o querido pai dele. – disse Voldemort. - Iremos pedir certa quantia em dinheiro pelo garoto, que com certeza não voltará vivo. Mas John Potter não precisa saber disso.
Tentei me levantar, mas perceberam isso.
- Incarcerous! – falou um comensal e logo eu estava amarrado por cordas.
- Regulo, ele deverá continuar em sua casa. Bellatriz, fique na mansão Black para cuidar dele. E eu o quero vivo por enquanto.
***
(Narração de Bruna)
As aulas voltam hoje e nem sinal do James. Isso é muito estranho, pois se ele tivesse morrido acho o tal Voldemort iria querer que todos soubessem.
O lado bom das aulas voltarem é que não tenho que segurar vela. Pois não foi muito legal perceber os olhares da Herica e do Sirius. E eu tenho noventa e nove por cento de certeza que a garota que ele gosta é ela! Não tenho cem por cento, porque vindo dos marotos tudo é possível.
Eu estava perto do trem conversando com Sirius, Herica e Remo. Evitamos falar sobre os últimos acontecimentos, pois aqui as paredes têm ouvidos. As pessoas já estão falando demais sobre isso. É cada coisa absurda que ouço.
- Ouvi falar que os gigantes capturaram o Potter. – falou uma garota que deve ser do quarto ano.
- Mas não havia gigantes na festa. Acho que ele foi levado para um esconderijo que os comensais têm em algum lugar ao norte da Irlanda. – falou outra garota.
As duas entraram no trem.
- Se isso não fosse trágico, seria cômico. – comentou Herica.
Dois garotos do segundo ano se aproximaram.
- Ei, é verdade que vocês duelaram com os comensais mais perigosos? – um deles perguntou.
- Claro que sim! – respondeu Remo sorrindo- Um deles estava até montado num dragão e outro trouxe um dinossauro sei lá de onde.
Os garotos olhavam com cara de bobos, como se tivessem encontrado um super-herói. Eu tive que me segurar para não rir.
- É verdade mesmo! – Sirius entrou na brincadeira – Num momento tivemos que duelar pulando sobre as mesas e...
- Ok, chega disso, pobres crianças terem de ouvir tantos absurdos! – falou Lily.
- Ahh. – os garotos se afastaram falando um monte de coisas entre eles.
- Há quanto tempo está aqui ouvindo esses absurdos? – perguntei rindo.
- Desde a parte do dinossauro. – ela respondeu rindo – As pessoas realmente gostam de fofoca. Teria chegado antes perto do trem, se duas vezes não tivesse sido parada para me perguntarem se é verdade que o James me pediu em namoro. Acho que se eu dissesse a verdade elas me matariam.
- Imagino o que farão se dês cobrirem que por minha causa o Sissi não vai beijar por um mês. – Herica falou sorrindo.
- Agora faltam três semanas e um dia, não é mais um mês. – disse Remo.
- Obrigado por me lembrarem desse triste fato. – disse Sirius fazendo careta.
- Não vejo nada de triste nisso. – falei – E você não vai nos contar quem é a garota que fez Sirius Black mudar de idéia sobre se apaixonar?
Herica resolveu “prestar muita atenção” nos seus cabelos, como se observar fio por fio de cabelo fosse muito interessante.
- E quem te disse que estou apaixonado? – ele perguntou tentando mudar de assunto.
- Xi, começou mal. Responder uma pergunta com outra pergunta. – disse Remo.
- Foi você mesmo seu mané! – falei rindo – No jogo de verdade ou desafio, que ainda tentou mentir.
- Ah, eu não vou dizer isso. – ele disse – Até porque as paredes têm ouvidos.
- Sei. – falou Lily – Já imagino quem seja mesmo!
Ele olhou com uma cara de espanto. Mas nesse momento Alice chegou dizendo “oi” e dizendo que o irmãozinho dela que tem dois anos queria vir para a escola também.
(Narração de Herica)
Só a Lily e a Bruna para terem a idéia de que a garota que o Sirius gosta seria eu. Para ele sou só uma amiga, ele mesmo já disse isso. Bem que seria legal se ele mudasse de idéia.
Frank chegou um pouco depois de Alice. Encontramos Rodrigo Truszczanczuk e mais um amigo que agora são ex-alunos, pois terminaram a escola. Mas vieram aqui na estação assim mesmo. Eu acho tão legal isso de visitar os ex-colegas depois de terminar a escola. Tem gente que se muda e esquece os antigos amigos.
Peter chegou quando faltava um minuto para as onze horas, o trem já estava quase fechando as portas. Nós ficamos na ultima cabine, como os marotos sempre fazem e desde o ano passado que a Lily concorda em dividir a cabine com eles, mas é claro que no começo a Lily e o Remo tiveram que ir a cabine dos monitores.
Eu tentava ler um livro inutilmente, pois o Sirius, que está sentado na minha frente, não parava de fechar o livro. Odeio quando começam a fazer isso, coisa mais infantil. (N/A: Falou aquela com as atitudes mais adultas! Mas isso é horrível mesmo.)
Bruna pegou um livro para ler também, mas acabou desistindo e começou a brincar com a Fosca (N/A: A pedido da Gui, a Fosca apareceu novamente.). O Peter fez uma sujeira enorme de comida no lugar onde está sentado. A Alice e o Frank estão conversando entre eles.
Já era quase uma hora da tarde quando Lily e Remo voltaram par a cabine.
- Pelas barbas de Merlin, como vocês conseguiram fazer essa bagunça em duas horas? – Lily disse assim que olhou para a cabine.
Eu olhei ao redor, não tinha reparado que estava tão terrível assim. Está cheio de bolhinhas de papel (não do livro, mas de algum caderno), pacotes vazios de feijõesinhos de todos os sabores, cartas de sapos de chocolate no banco, pelos de gato e uma bolinha de brinquedo toda cheia de baba de gato.
- Poderia estar bem pior! - disse Sirius sorrindo, odeio quando ele sorri porque é quase impossível não olhar para ele.
- Eu não fiz nada! – disse Alice – Esses malucos que começaram uma guerra de bolinhas de papel.
- Ei, nem me coloque no meio disso, foram o Sirius e o Peter que começaram! – disse Frank.
- Eu estava brincando com a Fosca. – disse Bruna.
- Eu também não tenho nada a ver. – falei – Eu só rebatia as bolinhas que eles jogavam em mim. Eles que são assassinos de árvores e ficam desperdiçando folhas de papel e pergaminho. Depois não sabemos por que milhões de árvores são desmatadas ao redor do mundo e...
- Senhorita ecologia, seu namorado disse que quer falar com você! – disse Lily.
- O Regulo? – perguntei, até tinha me esquecido que tinha namorado e já devia tê-lo procurado na estação.
Olhei para Sirius novamente e ele parecia observar a paisagem fora do trem.
- Você tem mais de um namorado? – perguntou Remo e eu olhei para ele com uma cara de “não entendi” – Porque foi o que pareceu com sua pergunta.
- Já volto, vou procurá-lo! – falei me levantando e saindo da cabine.
Sai da cabine e fui andando, olhando para ver qual é a cabine em que ele está, que deve ser a mesma dos sonserinos. Parei para conversar um pouco com a Thaiza Zadinello, que estava na porta da cabine dela. Olhei para ver quem estava dentro da cabine, vi a prima dela, Talissa, uns três garotos e... eu não acredito no que estou vendo!
- JHULY SUA VACA! – falei sem saber se matava ela ou a abraçava, nem precisa dizer que todos dentro da cabine olharam para mim – O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI?
- Ei, da para você gritar menos! – ela disse sorrindo – Vou estudar o ultimo ano em Hogwarts, minha mãe veio fazer um curso de moda aqui e pediu uma transferência para cá.
- E posso saber por que você não me avisou? – perguntei com uma voz um pouco mais baixa, mas ainda chamando a atenção das pessoas que estão no corredor.
- Eu mandei uma carta, se ela não chegou é culpa da coruja! – Jhuly disse.
- Talvez ela tenha me procurado em casa, mas eu tava na casa da Bruna! – falei.
- Vocês se conhecem de onde afinal? – perguntou Thaiza.
- Somos primas! – respondemos ao mesmo tempo.
- Você vai para a grifinória para ficar na minha turma! – falei.
- Não sei, eu não sou muito corajosa. Mais provável que eu vá para a lufa-lufa ou se tiver sorte, a Corvinal. E fiquei sabendo que o James está sumido, é verdade?
- Infelizmente, – percebi que todos na cabine passam a prestar mais atenção na conversa, embora alguns estivessem na festa – ninguém sabe onde ele está. Acho que os comensais o levaram.
- Deviam ter levado o mané do Sirius. – disse a Thaiza – O James é legal!
- O Sirius também é legal, mas é muito galinha! – falei sorrindo – E ele mereceu aquele tapa que você deu nele!
- Ela deu um tapa no Sirius? – perguntou Jhuly.
Thaiza fez que sim com a cabeça.
- Bom, eu tenho que ir! – falei – Jhuly, os marotos, a Lily, a Bruna, a Alice e o Frank estão na ultima cabine do trem. Eu tenho que falar com o meu namorado, depois te conto sobre ele!
Sai dali e continuei procurando o Regulo. Duas cabines depois, encontrei ele e os outros sonserinos. Assim que ele me viu se levantou, Narcisa Black que estava na frente dele cochichou algo para ele. Então saiu da cabine.
- Oi! – ele disse.
- Oi! – falei.
Depois disso ele me deu um selinho e segurou minha mão. Olhei nos olhos dele, parecia estar um pouco preocupado.
- Precisamos conversar, mas não sei se aqui é o melhor lugar. – ele disse.
- Também acho! – falei.
(Narração de Regulo)
Eu estava conversando sobre umas bobagens com o Severo, a Narcisa, o Rabastan (N/A: irmão do Rodolfo Lestrange), o Lucio e outros colegas que estavam na cabine. Até que ela finalmente apareceu na porta. Levantei-me.
- Vê se acaba com isso de uma vez, antes que piore a situação ou que ela descubra algo sobre a marca! – Narcisa disse.
- Ou que você tenha tanto chifres que nem consiga entrar em Hogwarts. – Snape falou abafando um riso.
- Cala a boca sua criatura ignóbil! – falei olhando para ele.
Depois sai da cabine. Nos cumprimentamos e eu dei um selinho nela. Não devia pensar isso, mas senti falta dela e dos seus beijos. Agora que sou um comensal e fiz a marca, eu devia terminar com ela para que não descubra e para não prejudicá-la. Mas isso vai ser muito mais difícil do que eu pensei.
Fomos andando pelo trem, para não ficar muito perto dos sonserinos. Encontrei uma cabine em que duas garotas haviam acabado de sair para ir à cabine de uns amigos.
- Por que não respondeu as ultimas cartas que te mandei nas ferias? – ela falou assim que fechei a porta.
- Minha mãe me colocou de castigo por quebrar um vaso antigo. – inventei na hora, não poderia dizer que estava ocupado nas reuniões com o lorde e planejando como invadir aquela festa dos Potter – Me desculpe.
- Hum, tudo bem! Mas a Lily disse que você queria falar algo comigo? – ela perguntou.
- Por que não respondeu as ultimas cartas que te mandei nas ferias? – ela falou assim que fechei a porta.
- Minha mãe me colocou de castigo por quebrar um vaso antigo. – inventei na hora, não poderia dizer que estava ocupado nas reuniões com o lorde e planejando como invadir aquela festa dos Potter – Me desculpe.
- Hum, tudo bem! Mas a Lily disse que você queria falar algo comigo? – ela perguntou.
Eu devia terminar com ela, pois agora sou um comensal, e sendo assim carrego a marca negra no braço. Continuar com ela seria me arriscar, e pior ainda, arriscar a vida dela. E infelizmente eu sei que o coração dela já é de outro, mesmo que este não a mereça e eu o odeie.
- É que eu estava morrendo de saudades! – falei, embora não seja isso que eu devia dizer também não é mentira.
Ela sorriu, depois nos beijamos. Ficamos um tempo ali conversando e namorando. Até que faltava pouco menos de uma hora para chegarmos em Hogwarts e ela disse que ia voltar para a outra cabine pois precisava por o uniforme.
Voltei para a cabine onde estava antes.
- Então, terminou? – perguntou Severo.
- Não sei por que você pergunta. – disse Narcisa com uma cara de “é obvio não?” – É claro que ele não fez isso ou teria voltado há algumas horas atrás.
Ela olhou pra mim como se fosse para confirmar.
- Não é tão fácil quanto vocês pensam. Eu vou dizer o que?
- Não sei, mas você é um idiota! – falou Snape – O seu odiado irmão traidor do sangue parece estar acordando para a vida! E duvido muito que ele perderia tempo esperando que esse namoro acabe. Se ela sequer desconfiar disso, com certeza terminaria com você para ficar com ele! E ela não teria dó, nem pensaria duas vezes.
- Se isso acontecer, tudo bem! – falou Narcisa sorrindo – Se você não terminar com ela, não dou dois meses para ela descobrir a marca negra e com certeza terminar contigo aos berros na frente de todos em algum corredor ou no salão principal! Isso se ela não jogar alguns feitiços em você!
(Narração de Bruna)
Eu achei legal o fato da Jhuly vir estudar o ultimo ano aqui em Hogwarts, mas a Lily não gostou muito da idéia, acho que por causa do James. Ou melhor, acho não, tenho certeza.
Ela foi escolhida para a Corvinal, isso é legal, já que ela queria ir para lá. O lado ruim é que ela fez amizade com aquela chata e sem graça da Talissa Zadinello. Eu não vou com a cara daquela garota desde que ela ficou com o meu lobinho.
***
Eu estava tomando café da manhã com os outros. A Mcgonagall já entregou os horários e a primeira aula. A primeira aula vai ser transfiguração com a corvinal, não tinha uma aula mais calma para começar o ano letivo?
- Céus! – disse Lily assim que abriu o profeta diário – Mais um ataque dos comensais.
No mesmo instante eu me aproximei para ver se consegui ler algo. Mas foi inútil, já que Remo, Alice e Frank fizeram o mesmo. Sirius e Peter não fizeram isso porque estão do outro lado da mesa. E a doida da Herica está lá na mesa da sonserina.
- Se vocês saírem de cima de mim eu posso dizer que ta escrito aqui! – disse Lily – Obrigada, como é bom respirar! Aqui está escrito que um corpo, ainda não identificado foi deixado na frente do ministério da magia no meio da noite. O corpo está todo cheio de sangue e no rosto da pessoa da para ver uma expressão de dor e espanto. Junto com ele havia um bilhete escrito que... – Lily arregalou os olhos.
- O que estava escrito criatura? – perguntei tirando o jornal das mãos dela.
Comecei a ler em voz alta:
- “Essa mensagem é diretamente para John Élson Potter: Esse homem sofreu e sentiu dor ao morrer! Eu tenho James Potter como meu prisioneiro, o garoto está vivo e consciente! Se quer que ele permaneça assim e que volte para sua escola, peço a simples quantia de cento e vinte mil galeões e...”
- Simples quantia? – Disse Alice sem se conter – Uma pequena fortuna, ele quis dizer!
- Continue, - disse Remo – o que mais ele quer?
- “ Cento e vinte mil galeões e o vaso de cristal com a flor dourada que nunca morre, mas abre uma vez a cada dez anos! Em breve volto a entrar em contato para saber se aceita a proposta! Assinado: Lorde Voldemort”
- Vaso de cristal com a flor dourada que nunca morre, mas abre uma vez a cada dez anos! – disse Frank com cara de espanto – Que diabos é isso que nunca ouvi falar?
- O vaso e a flor estão na família Potter há um milênio e sete séculos. - começou a falar Sirius pala primeira vez desde que disse bom dia – Na época do começo da decadência do império romano e os últimos dias em que a magia e bruxaria eram livres por toda a Bretanha, a ultima Senhora do Lago, que representava a Deusa na terra, deixou esse presente a um dos primeiros membros da família Potter. O objeto e a flor são especiais por serem um dos últimos objetos na terra vindos da ilha de Avalon, que como vocês já sabem, sumiu deste mundo há um milênio e quase sete séculos.
- Pensei que você não tinha prestado atenção na lição de história do tio John! – disse Remo.
- Sou mais inteligente do que você pensa!
- E menos do que devia ser! – disse Lily – Então quer dizer que o Voldemort quer algo muito importante?
- É o que parece, não? – disse Sirius – Mas tenho minhas dúvidas se ele cumpre com a palavra. Vocês acham mesmo que ele deixa o James vivo depois de receber o que quer? Voldemort não tem piedade nem dos seus servos.
Fim do capítulo
_______
No próximo capítulo:
- Sirius, não se faça de ingênuo. Vamos analisar a situação: Eu, Herica Camargo, no dormitório masculino sozinha com Sirius Black só de toalha.
- Olhando por esse lado! – sorri malicioso – Mas quanto te pedi para ficar aqui, não foi com segundas intenções. Mas se você quiser algo mais...
***
– Hoje pela manhã, o senhor John Potter foi ao local combinado com aquele-que-não-deve-ser-nomeado pagar a quantia estipulada para ter James Potter de volta. Porém...
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