Magia no Brasil - 3



Muitas culturas, um só país

Índios, africanos, franceses, portugueses, holandeses e muitos outros desembarcaram em terras brasileiras, porém, poucos eram bruxos. Toda essa gente junta acabou se multiplicando, o que fez os poucos bruxos com sangue puro “perderem” sua linhagem. Ou seja, muitos nasciam bruxos e nem sabiam, ou simplesmente nasciam trouxas. Essa falta de sangue puro (termo que considero uma baita palhaçada), antigamente, fez com que muitas escolas não chamassem um só aluno brasileiro. Nossa magia ficou estagnada nas velhas gerações... Porém os conhecimentos começaram a ser trocados entre bruxos. Os portugueses aprenderem muito sobre nossas plantas (propriedades curativas, alucinógenas, etc.), enquanto deles pegamos o conhecimento de vôo e esportes (o único esporte dos índios era a caça ao pomorim dourado). Já os africanos trouxeram muitos animais e feitiços. Assim o Brasil ganhava cultura mágica, porém aquela mesma estagnação continuava presente.

Em 1744, foi fundada Escola de Magia e Bruxaria Avalon, e em pouco tempo o sentimento de orgulho em ser bruxo voltava a nossos ancestrais e muitos de nossos avós e avôs foram “gerados” só para poder entrar na escola. A Escola cresce o número de alunos a cada ano e recentemente ganhou um enorme campo de quadribol. Atualmente conta com um corpo discente de mais de 1100 alunos e docente de 23 professores, dentre eles o diretor Frinni Bonafides. Hoje alguns alunos participam de intercâmbio com outras escolas da América Latina.

Mas somente em 1808, quando a família real veio para o Brasil, uma comissão mágica foi instalada em nosso país, e a magia tornou-se uma importante parte do governo. Dom João VI odiava magia, pois foi acoitado por ela, quando criança, por sua mãe: Maria , a louca. Os historiadores trouxas acham que ela tinha esse apelido graças a loucuras que cometia (vasos quebrados, animais mortos e dissecados em cima da cama) porém Maria foi uma das maiores magizoolistas de sua era. Graças ao preconceito de D. João VI (que era trouxa) ela ficou escondida como louca e tornou-se piada nos anos seguintes.

Neste ano foi fundado o Ministério da Magia, Paulo Yucãn era o ministro. A partir daí, Avalon ganhou uma grande importância, recebendo recursos e alunos de todo o país. E não só Avalon cresceu, era como se a magia florescesse dos mais distantes recantos do país.

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