Hogwarts aqui vou eu!
HARRY POTTER
Hogwarts, aqui vou eu!
Parecia que era combinado, o céu estava com um tom azul extraordinário os pássaros cantavam serenamente uma melodia que parecia encantada e o perfume das flores pairavam graças a uma leve brisa suave refrescante que desarrumava cada vez mais os já desarrumados cabelos negros de Harry Potter, um jovem bruxo que estava exageradamente ansioso para voltar a aprender novos feitiços na escola em que descobria os segredos e mistérios do mundo bruxo.
Porem, um problema ainda era posto nos planos do jovem garoto de 16 anos, escutar os reclames do seu obeso tio Valter por voltar a Hogwarts. Mas Harry Potter não se preocupava com isso, pois sabia que em pouco tempo estaria reencontrando seus melhores amigos: Rony, Hermione, Neville, Gina, Luna e ate mesmo a pior coisa de Hogwarts, Draco Malfoy a quem Harry já estava pronto para azarar a qualquer momento, pois se dedicara ou pelo menos tentara muito a estudar para conhecer cada vez mais feitiços já que poderia se encontrar novamente com Lord Voldemort, o temido bruxo das trevas.
Tal ansiedade estava estressando Harry, onde estaria o Sr. Weasley que prometera buscá-lo para levá-lo ate a estação King’s Cross.Edwiges já estava descontrolada piando alto e batendo suas assas com uma incrível voracidade. Um som irritante, mas que confortou Harry soava pela Rua dos Alfeneiros, era um barulho de buzina, com certeza era o Sr. Weasley. Harry apurou sua audição para ouvir se escutava a voz de Arthur, mas não a escutou. A única coisa que dava de se ouvir era um programa bobo de televisão no quais os participantes deveriam responder perguntas sem sentido ou muito obvias, mas que mesmo assim seu primo Duda teimava em assistir errando dez entre dez das perguntas e ainda assim dizendo que pensou muito nas alternativas corretas.
Passos agora se aproximava do dormitório de Harry, se é que aquilo poderia ser chamado disso. Petúnia Dursley com seu longo pescoço de girafa abriu a porta e falou grosseiramente:
-Rápido seu moleque, pegue suas imundices, o seu pedaço de comida de cupim e essa sua galinha fedida e dessa ate lá embaixo.
Harry observou atentamente sua horrosa tia com ar de fúria sendo correspondendo por um tom de desprezo, mas com medo ao mesmo tempo daquilo que infelizmente era sua tia. O bruxo desceu as escadas ligeiramente e viu o pai de seu melhor amigo analisando um abajur. Harry logo desconfiou o porquê do silencio.
-Então foi por isso que eu não escutei a sua voz!Você estava tão concentrado em observar os objetos dos trouxas que nem falava nada!-
Disse Harry com entusiasmo por vê-lo.
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